terça-feira, 2 de julho de 2013
Actor António Rama morre aos 69 anos
Insuficiência cardiorrespiratória foi fatal. António Rama morreu na segunda-feira e é hoje cremado.
Realiza-se esta terça-feira o funeral do actor António Rama, um dos fundadores de A Comuna – Teatro de Pesquisa e do Teatro Experimental de Cascais.
O seu corpo encontra-se em câmara ardente na igreja de S. João de Deus, em Lisboa (à Praça de Londres), onde, às 13h30, vai ter lugar uma cerimónia religiosa. Segue-se o funeral para o cemitério dos Olivais.
António Rama estreou-se no teatro em 1964, com a peça "A farsa de Inês Pereira", de Gil Vicente, e fazia, desde 1981, parte da companhia do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM).
Ao longo da sua carreira, participou em várias séries televisivas, como “Chuva na Areia” (1984), “Desencontros” (1994), “Filhos do vento” (1997), “Ballet Rose – Vidas Proibidas” (1998), “Esquadra de Polícia” (1999), “Alves dos Reis” (2000), “Raia dos Medos” (2000), “Ferreirinha” (2004), “Inspetor Max” (2004).
Nascido em Montemor-o-Velho em 1944, recebeu várias distinções. Por exemplo, com a peça “D. João, de Molière”. Nos anos 1990, dirigiu o grupo de Teatro Bescénio.
Morreu na segunda-feira, aos 69 anos, vítima de insuficiência cardiorrespiratória.
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