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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Plantel da Fórmula 1 'fechado'

Com o anúncio de Kamui Kobayashi e Marcus Ericsson na Caterham, ficou completo o plantel de Fórmula 1 para 2014. Entre ‘caras novas’, regressos e mudanças de equipa, foram algumas e significativas as alterações no figurino no pelotão. A mais sonante delas foi a mudança de Kimi Raikkonen para a Ferrari, para formar uma dupla de sonho com Fernando Alonso.
Daniel Ricciardo será o novo colega de Sebastian Vettel na Red Bull após a retirada de Mark Webber, enquanto Felipe Massa tentará relançar a carreira na Williams. Já Pastor Maldonado ruma à Lotus visando lutar por posições mais interessantes. Já Sergio Perez deixou a McLaren para fazer uma equipa interessante com Nico Hulkenberg na Force India, de onde saem Adrian Sutil (Sauber) e Paul di Resta (DTM). Rookies haverão apenas três: Kevin Magnussen (McLaren), Daniil Kvyat (Toro Rosso), e Marcus Ericsson (Caterham). Kamui Kobayashi regressa à F1 após um ano de ausência, numa época em que só Mercedes e Marussia continuam com os mesmos pilotos.
Pelotão da F1 para 2014 e respetivos números:
Red Bull-Renault: 1, Sebastian Vettel; 3, Daniel Ricciardo (substitui Mark Webber)
Mercedes: 6, Nico Rosberg; 44, Lewis Hamilton
Ferrari: 7, Kimi Raikkonen (rende Felipe Massa); 14, Fernando Alonso
Lotus-Renault: 8, Romain Grosjean; 13, Pastor Maldonado (substitui Kimi Raikkonen)
McLaren-Mercedes: 20, Kevin Magnussen (estreante, rende Sergio Perez); 22, Jenson Button
Force India-Mercedes: 11, Sergio Perez; 27, Nico Hulkenberg (saem Adrian Sutil e Paul di Resta)
Sauber-Ferrari: 21, Esteban Gutierrez; 99, Adrian Sutil (substitui Nico Hulkenberg)
Toro Rosso-Renault: 25, Jean-Eric Vergne; 26, Daniil Kvyat (estreante, rende Daniel Ricciardo)
Williams-Mercedes: 19, Felipe Massa (sucede a Pastor Maldonado); 77, Valtteri Bottas
Marussia-Ferrari: 4, Max Chilton; 17 Jules Bianchi
Caterham-Renault: 9, Marcus Ericsson; 10, Kamui Kobayashi (Ericsson estreante; saem Giedo van der Garde e Charles Pic)

domingo, 3 de novembro de 2013

Vettel vence Grande Prémio de Abu Dhabi CAMPEÃO DO MUNDO VOLTA A GANHAR

Sebastian Vettel, que na semana passada somou o quarto título mundial consecutivo, venceu este domingo o Grande Prémio de Abu Dhabi, à frente do companheiro de equipa Mark Webber e do compatriota Nico Rosberg.

O piloto alemão de 26 anos concluiu as 55 voltas com mais de 30 segundos de vantagem para o companheiro de equipa na Red Bull-Renault Mark Webber. Nico Rosberg (Mercedes) ficou no terceiro lugar.

É a 11.ª vitória do ano para o tetracampeão do Mundo, sétima consecutiva.

Classificação do GP de Abu Dhabi

1. Sebastian Vettel (Alemanha) RedBull - Renault 1:38:06.106
2. Mark Webber (Australia) RedBull - Renault +00:30.829
3. Nico Rosberg (Alemanha) Mercedes 00:33.650
4. Romain Grosjean (França) Lotus - Renault 00:34.802
5. Fernando Alonso (Espanha) Ferrari 01:07.181
6. Paul Di Resta (Grã Bretanha) Force India - Mercedes 01:18.174 7. Lewis Hamilton (Grã Bretanha) Mercedes 01:19.267
8. Felipe Massa (Brasil) Ferrari 01:22.886
9. Sergio Perez (México) McLaren 01:31.198
10. Adrian Sutil (Alemanha) Force India - Mercedes 01:33.257

Classificação do Mundial de Pilotos

1. Sebastian Vettel (Alemanha) Red Bull 347
2. Fernando Alonso (Espanha) Ferrari 217
3. Kimi Raikkonen (Finlândia) Lotus 183
4. Lewis Hamilton (Grã Bretanha) Mercedes 175
5. Mark Webber (Austrália) Red Bull 166
6. Nico Rosberg (Alemanha) Mercedes 159
7. Romain Grosjean (França) Lotus 114
8. Felipe Massa (Brasil) Ferrari 106
9. Jenson Button (Grã Bretanha) McLaren 60
10. Paul Di Resta (Grã Bretanha) Force India 48

Classificação do Mundial de Construtores

1. RedBull - Renault 513
2. Mercedes 334
3. Ferrari 323
4. Lotus - Renault 297
5. McLaren 95

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Lewis Hamilton chocado com ‘boleia’ de Alonso a Webber

Lewis Hamilton reconheceu que Mark Webber correu um risco no fim do GP de Singapura ao caminhar na pista na volta de consagração da corrida, para apanhar ‘boleia’ de Fernando Alonso. Recorde-se que Hamilton e o seu colega de equipa na Mercedes, Nico Rosberg, tiveram que se desviar para não atropelarem Webber.
O britânico explicou que “estava a fazer a minha volta de entrada, entrei na curva e o Fernando estava lá. Fiquei chocado com o que vi. Fui para a direita dele, mas se o Mark estivesse a caminhar no sítio para onde fui, iria atropelá-lo. Felizmente não foi o caso”. Ainda assim, Hamilton acredita que este tipo de situações devem ser permitidas em determinadas circunstâncias, pois “é bom para os adeptos ver e, desde que seja feito de forma segura – não parar na trajetória de corrida – talvez deva ser permitido no futuro”, disse, recordando a boleia que Nigel Mansell deu a Ayrton Senna em Silverstone em 1991.
Nessa situação, nada aconteceu a Mansell e a Senna, mas os tempos mudaram e ontem em Singapura os Comissários Desportivos não acharam piada à boleia que Mark Webber apanhou de Fernando Alonso. Ambos foram repreendidos, mas o australiano sofreu uma penalização de 10 lugares na grelha para o próximo GP da Coreia do Sul devido a ter atingido o limite de três reprimendas. Alonso ainda não!

domingo, 22 de setembro de 2013

Vitória fácil de Vettel em Singapura

Sebastian Vettel venceu com facilidade do GP de Singapura de F1 confirmando hoje todo o domínio que exerceu durante o fim de semana, só ‘perdendo’ para Lewis Hamilton a primeira sessão de treinos livres. 
A partir daí não mais foi batido por qualquer dos seus adversários, dando-se mesmo ao luxo de obter a pole-position para a corrida de hoje a olhar para os monitores de tempos na sua boxe.
Neste momento o binómio Vettel/Red Bull RB9 não tem adversários, e agora é só uma questão de tempo e de números até que seja confirmado matematicamente o quarto título mundial seguido do piloto alemão. A partir deste momento Vettel tem 60 pontos de avanço para Fernando Alonso, que fez das tripas coração para ser segundo na corrida. Partindo da sétima posição o piloto espanhol realizou uma fabulosa partida, chegando ao terceiro lugar numa ápice e daí até delinear uma boa estratégia que lhe permitiu ser segundo, foi um pulo.
A provar que a Ferrari tem em 2014 uma dupla fantástica, Kimi Raikkonen foi terceiro, depois de ter sido apenas 13º na qualificação, fruto de uma lesão nas costas que o incomodou ao ponto de nem sequer conseguir chegar à fase decisiva da qualificação.

Os Mercedes foram quarto e quinto classificados, com Nico Rosberg na frente de Lewis Hamilton. O segundo Red Bull, de Mark Webber, parou na derradeira volta com problemas de caixa de velocidades, algo que a boxe já tinha informado o piloto e uma situação recorrente na equipa. Tendo-se visto obrigado a fazer três paragens nas boxes, Felipe Massa foi sexto, na frente de Jenson Button, Sergio Perez e Nico Hulkenberg, que realizaram muito boas disputas em pista, dando alguma emoção a um Grande Prémio que nos lugares da frente quase não teve história. A estrela da qualificação, Esteban Gutierrez, foi perdendo lugares na corrida, terminando no 12º lugar, não conseguindo sequer igualar o seu melhor resultado, o 11º lugar em Espanha.
Classificação
1. Vettel Red Bull-Renault
2. Alonso Ferrari
3. Raikkonen Lotus-Renault
4. Rosberg Mercedes
5. Hamilton Mercedes
6. Massa Ferrari
7. Button McLaren-Mercedes
8. Perez McLaren-Mercedes
9. Hulkenberg Sauber-Ferrari
10. Sutil Force India-Mercedes
11. Maldonado Williams-Renault
12. Gutierrez Sauber-Ferrari
13. Bottas Williams-Renault
14. Vergne Toro Rosso-Ferrari
15. Webber Red Bull-Renault
16. van der Garde Caterham-Renault
17. Chilton Marussia-Cosworth
18. Bianchi Marussia-Cosworth
19. Pic Caterham-Renault
DNF Di Resta Force India-Mercedes
DNF Grosjean Lotus-Renault
DNF Ricciardo Toro Rosso-Ferrari
Campeonatos
Pilotos
1. Vettel 247
2. Alonso 187
3. Hamilton 151
4. Raikkonen 149
5. Webber 130
6. Rosberg 116
7. Massa 87
8. Grosjean 57
9. Button 54
10. Di Resta 36
11. Sutil 26
12. Perez 22
13. Hulkenberg 19
14. Ricciardo 18
15. Vergne 13
16. Maldonado 1
Construtores
1. Red Bull-Renault 377
2. Ferrari 274
3. Mercedes 267
4. Lotus-Renault 206
5. McLaren-Mercedes 76
6. Force India-Mercedes 62
7. Toro Rosso-Ferrari 31
8. Sauber-Ferrari 19
9. Williams-Renault 1

sábado, 21 de setembro de 2013

Quinta pole do ano para Vettel

A confiança de Sebastian Vettel e da Red Bull nas suas capacidades é tão grande que depois do piloto alemão ter conseguido um registo que o destacou na frente da tabela de tempos, foi para a sua boxe a dois minutos do final da qualificação e esperou ali pelo que os seus adversários faziam em pista. Apesar de algum roer de unhas, nenhum deles logrou batê-lo, com Vettel a somar mais uma pole, a quinta do ano.
Apesar de se ter aproximado fortemente na sua última tentativa, enquanto Vettel estava nas boxes a olhar para os monitores, Nico Rosberg foi segundo, um décimo na frente de Romain Grosjean. Lewis Hamilton foi quarto, enquanto Fernando Alonso não conseguiu suplantar Felipe Massa, terminando a qualificação em sétimo, atrás do brasileiro. No final da sessão ficou a saber-se que Kimi Raikkonen lutou contra dores nas costas, tendo isso, possivelmente, contribuído para que o finlandês não passasse da segunda fase da qualificação. Para já desconhece-se se o finlandês estará em condições de participar na corrida.
Esteban Gutierrez foi uma das surpresas da sessão, já que não só suplantou Nico Hulkenberg pela primeira vez em qualificação como passou à derradeira fase da sessão, terminando em décimo, nem sequer rodando na última fase. Curiosamente, o seu colega de equipa alemão parte logo atrás, em 11º. Jenson Button chegou in-extremis à Q3, onde terminou em oitavo com Sergio Peréz apenas em 14º. Jean-Eric Vergne ficou perto de Daniel Ricciardo, mas parte apenas de 12º enquanto o australiano arranca de nono. Quem ficou surpreendido foi Paul di Resta, que voltou a ficar muito mal classificado na sessão (17º)
Qualificação

1. Sebastian Vettel Red Bull-Renault 1m42.841s
2. Nico Rosberg Mercedes a 0.091s
3. Romain Grosjean Lotus-Renault a 0.217s
4. Mark Webber Red Bull-Renault a 0.311s
5. Lewis Hamilton Mercedes a 0.413s
6. Felipe Massa Ferrari a 1.049s
7. Fernando Alonso Ferrari a 1.097s
8. Jenson Button McLaren-Mercedes a 1.441s
9. Daniel Ricciardo Toro Rosso-Ferrari a 1.598s
10. Esteban Gutierrez Sauber-Ferrari Sem tmepo
11. Nico Hulkenberg Sauber-Ferrari a 1.650s
12. Jean-Eric Vergne Toro Rosso-Ferrari a 1.683s
13. Kimi Raikkonen Lotus-Renault a 1.753s
14. Sergio Perez McLaren-Mercedes a 1.847s
15. Adrian Sutil Force India-Mercedes a 2.280s
16. Valtteri Bottas Williams-Renault a 2.483s
17. Paul di Resta Force India-Mercedes a 1.925s
18. Pastor Maldonado Williams-Renault a 2.423s
19. Charles Pic Caterham-Renault a 3.915s
20. Giedo van der Garde Caterham-Renault a 4.124s
21. Jules Bianchi Marussia-Cosworth a 4.634s
22. Max Chilton Marussia-Cosworth a 4.734s

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sebastian Vettel domina segunda sessão em Singapura

A Red Bull dominou a segunda sessão de treinos livres em Singapura, com Sebastian Vettel a bater claramente o seu colega de equipa Mark Webber e logo por 0,604s. O piloto alemão efetuou a melhor volta de sempre em F1 no Circuito de Marina Bay, em 1m44,249s. Nico Rosberg, em Mercedes, ficou em terceiro a mais de um segundo do líder da sessão, sendo seguido pelo seu colega na Mercedes, Lewis Hamilton.
Romain Grosjean, quinto, antecedeu Fernando Alonso, no que se perspectiva um fim de semana difícil para a Ferrari. Pelo que se viu nos dois primeiros treinos livres, a Ferrari poderá ter dificuldades em Singapura, pois o melhor para já foi o 6º lugar do espanhol nesta segunda sessão. Felipe Massa terminou no longínquo 15º lugar.
De realçar que apesar da melhoria generalizada de tempos, este segundo treino foi ainda mais desequilibrado, com apenas o segundo classificado a ficar no mesmo segundo do comandante – ainda assim, a mais de 0,6s.
Tempos:
1º Sebastian Vettel Red Bull-Renault 1m44,249s
2º Mark Webber Red Bull-Renault 1m44,853s + 0,604s
3º Nico Rosberg Mercedes 1m45,258s + 1,009s
4º Lewis Hamilton Mercedes 1m45,368s + 1,119s
5º Romain Grosjean Lotus-Renault 1m45,411s + 1,162s
6º Fernando Alonso Ferrari 1m45,691s + 1,442s
7º Jenson Button McLaren-Mercedes 1m45,754s + 1,505s
8º Kimi Räikkönen Lotus-Renault 1m45,778s + 1,529s
9º Adrian Sutil Force India-Mercedes 1m46,002s + 1,753s
10º Sergio Perez McLaren-Mercedes 1m46,025s + 1,776s
11º Daniel Ricciardo STR-Ferrari 1m46,406s + 2,157s
12º Jean-Eric Vergne STR-Ferrari 1m46,429s + 2,180s
13º Paul di Resta Force India-Mercedes 1m46,606s + 2,357s
14º Nico Hulkenberg Sauber-Ferrari 1m46,808s + 2,559s
15º Felipe Massa Ferrari 1m46,870s + 2,621s
16º Esteban Gutierrez Sauber-Ferrari 1m47,287s + 3,038s
17º Valtteri Bottas Williams-Renault 1m47,434s + 3,185s
18º Pastor Maldonado Williams-Renault 1m47,761s + 3,512s
19º Giedo van der Garde Caterham-Renault 1m49,434s + 5,185s
20º Charles Pic Caterham-Renault 1m49,526s + 5,277s
21º Max Chilton Marussia-Cosworth 1m49,619s + 5,370s
22º Jules Bianchi Marussia-Cosworth 1m49,731s + 5,482s

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Felipe Massa confirma saída da Ferrari

Felipe Massa utilizou o Instagram para comunicar a sua saída da Ferrari no final da corrente época: “Não vou mais correr pela Ferrari a partir de 2014! Gostaria de agradecer pela amizade, vitórias e um lindo momento com a Ferrari. A ajuda da minha esposa, da minha família e de todos os meus adeptos. Toda a ajuda dos meus patrocinadores! Vou dar o máximo nas últimas sete corridas com a Ferrari e a partir de agora, quero encontrar uma equipa que me dê um carro competitivo para conseguir mais vitórias e vencer um campeonato, que é o meu sonho!”, escreveu Massa, que publicou uma foto da festa da vitória no GP do Brasil de 2006, em Interlagos. Na Ferrari, o brasileiro disputou 132 corridas, obteve 15 pole-positions e venceu 11 vezes. O ponto mais alto da sua carreira foi em 2008, quando esteve a poucos metros de vencer o título, cruzando a linha de chegada do GP do Brasil em primeiro, como campeão, mas numa corrida muito confusa, Lewis Hamilton superou Timo Glock e assegurou a posição que precisava para ser campeão.
Teve momentos bons e maus, na Ferrari, o pior, quando quase perdeu a vida na qualificação do GP da Hungria de 2009, depois de ser atingido no capacete por uma mola que se soltou do Brawn de Rubens Barrichello, num acidente que deixou o brasileiro vários meses de fora das competições, só regressando em 2010. Depois disso, já companheiro de Alonso na Ferrari, ouviu uma das frases mais famosas da história recente da F1: “Felipe, Fernando is faster than you. Do you understand this message?”. Poucas voltas depois, permitiu a ultrapassagem de Alonso, que venceu a corrida e confirmou o destino de eterno segundo de um piloto a quem faltou uma pontinha de sorte, e mais classe, para chegar mais longe do que chegou. Teve uma carreira digna na F1, agora resta saber se ainda terá continuidade...

domingo, 8 de setembro de 2013

Vettel vence GP de Itália

Monza, 08 set (Lusa) - O alemão Sebastian Vettel (Red Bull) reforçou hoje a liderança do Campeonato do Mundo de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio de Itália, em Monza, na 12.ª corrida da temporada.
O tricampeão do Mundo, que partiu da "pole position" conseguiu o seu sexto triunfo do ano, ao concluir as 53 voltas ao circuito transalpino em 1:18.33,352 horas, deixando o espanhol Fernando Alonso (Ferrari) e o australiano Mark Webber (Red Bull) na segunda e terceira posições, a 5,467 e 6,350 segundos, respetivamente.
Vettel lidera o Mundial de pilotos com 222 pontos, mais 53 pontos do que Alonso e mais 81 do que o britânico Lewis Hamilton (Mercedes), que hoje não foi além do nono lugar. Nos construtores, a Red Bull ocupa o primeiro lugar, com 352 pontos, à frente de Ferrari, que soma 248, e Mercedes, com 245.

sábado, 7 de setembro de 2013

Vettel na pole para GP de Itália

Perdurando a excelente forma que tem demonstrado todo o fim de semana, Sebastian Vettel conquistou a pole position para o GP de Itália, secundado pelo seu companheiro de equipa, Mark Webber. Provando que, afinal, o RB9 não mais padece do handicap da velocidade de ponta, o campeão do Mundo conseguiu interromper a já longa sequência de pole positions da Mercedes, oito em onze qualificações. Por isso, a maior surpresa desta sessão veio do facto de Lewis Hamilton não ter conseguido passar do Q2, o que vai por certo dificultar a sua missão na corrida de amanhã.
A segunda surpresa, e talvez a maior, foi o terceiro lugar obtido por Nico Hulkenberg, numa demonstração de puro talento numa altura em que a Sauber atravessa um mau momento de forma. Seguiu-se a dupla da Ferrari, com Felipe Massa diante de Fernando Alonso, o que deixou o espanhol insatisfeito, pois pelos comentários via rádio percebeu-se que havia uma tentativa de jogo de equipa - aproveitando o cone de ar nas longas retas de Monza -, o que falhou quando o brasileiro se revelou "demasiado rápido", segundo palavras de Alonso.
O melhor Mercedes foi apenas sexto (Rosberg), seguido dos Toro Rosso intercalados pelos dois McLaren de Peréz e Button. Outra desilusão desta qualificação foi a não-passagem do Q2 por parte dos dois Lotus, a par da má performance de Paul di Resta e Adrian Sutil.
Giedo Van der Garde voltou a ser o melhor dos pilotos de fundo de pelotão, mostrando-se cada vez mais rápido face ao seu colega de equipa e aos dois pilotos da Marussia. Valtteri Bottas e Esteban Gutiérrez completaram o grupo que não passou do Q1.
A corrida do GP de Itália começa às 13h de Lisboa, após a qual estaremos aqui para dar conta dos principais factos.
Tempos

1. Sebastian Vettel      Red Bull-Renault     1m23.755s
2. Mark Webber           Red Bull-Renault     1m23.968s  a 0.213s
3. Nico Hulkenberg       Sauber-Ferrari       1m24.065s  a 0.310s
4. Felipe Massa          Ferrari              1m24.132s  a 0.377s
5. Fernando Alonso       Ferrari              1m24.142s  a 0.387s
6. Nico Rosberg          Mercedes             1m24.192s  a 0.437s
7. Daniel Ricciardo      Toro Rosso-Ferrari   1m24.209s  a 0.454s
8. Sergio Perez          McLaren-Mercedes     1m24.502s  a 0.747s
9. Jenson Button         McLaren-Mercedes     1m24.515s  a 0.760s
10. Jean-Eric Vergne      Toro Rosso-Ferrari   1m28.050s  a 4.295s
Q2
11. Kimi Raikkonen        Lotus-Renault        1m24.610s  a 0.633s
12. Lewis Hamilton        Mercedes             1m24.803s  a 0.826s
13. Romain Grosjean       Lotus-Renault        1m24.848s  a 0.871s
14. Adrian Sutil          Force India-Mercedes 1m24.932s  a 0.955s
15. Pastor Maldonado      Williams-Renault     1m25.011s  a 1.034s
16. Paul di Resta         Force India-Mercedes 1m25.077s  a 1.100s
Q1
17. Esteban Gutierrez     Sauber-Ferrari       1m25.226s  a 0.907s
18. Valtteri Bottas       Williams-Renault     1m25.291s  a 0.972s
19. Giedo van der Garde   Caterham-Renault     1m26.406s  a 2.087s
20. Charles Pic           Caterham-Renault     1m26.563s  a 2.244s
21. Jules Bianchi         Marussia-Cosworth    1m27.085s  a 2.766s
22. Max Chilton           Marussia-Cosworth    1m27.480s  a 3.161s

domingo, 25 de agosto de 2013

Sebastian Vettel venceu pela quinta vez este ano

Sebastian Vettel venceu pela quinta vez este ano, a 31ª vitória da sua carreira na F1, dilatando a margem que o separa o segundo classificado no Mundial de Piloto que é agora Fernando Alonso, segundo em Spa, depois de uma boa recuperação de nono para segundo.
Kimi Raikkonen abandonou com problemas de travões no seu Lotus, o que aconteceu pela primeira vez desde o GP da Alemanha de 2009, portanto 38 corridas sem abandonar (2010 e 2011 esteve no WRC).
Vettel realizou uma corrida perfeita, passou para a frente de Lewis Hamilton, que partiu da pole, ainda na primeira volta, e depois não mais permitiu que os adversários se aproximassem, terminando com quase dezassete segundos de avanço, e em modo de gestão. Desta forma, tem agora uma avanço ainda maior e só uma perfeita hecatombe lhe roubará o quarto título mundial seguido, algo que na história da F1 só foi conseguido por Michael Schumacher (5 títulos entre 2000 e 2004) e Juan M. Fangio, quatro, de (de 1954 a 1957).
Fernando Alonso realizou uma boa corrida, muita aguerrida. Beneficiou duma fabulosa partida, de nono para quinto e depois foi subindo na classificação, só não chegando para um inalcançável Vettel. Lewis Hamilton e Nico Rosberg colocaram os seus dois Mercedes nas posições seguintes, sem andamento para mais. Corrida apagada de Mark Webber, que ainda assim terminou no frente dum combativo Jenson Button, que obteve o seu quarto top 6 do ano. Mais informação assim que possível.
Classificação
1. Vettel Red Bull-Renault
2. Alonso Ferrari
3. Hamilton Mercedes
4. Rosberg Mercedes
5. Webber Red Bull-Renault
6. Button McLaren-Mercedes
7. Massa Ferrari
8. Grosjean Lotus-Renault
9. Sutil Force India-Mercedes
10. Ricciardo Toro Rosso-Ferrari
11. Perez McLaren-Mercedes
12. Vergne Toro Rosso-Ferrari
13. Hulkenberg Sauber-Ferrari
14. Gutierrez Sauber-Ferrari
15. Bottas Williams-Renault
16. van der Garde Caterham-Renault
17. Maldonado Williams-Renault
18. Bianchi Marussia-Cosworth
19. Chilton Marussia-Cosworth
Abandonos
Di Resta Force India-Mercedes
Raikkonen Lotus-Renault
Pic Caterham-Renault
Campeonatos

1. Vettel 197
2. Alonso 151
3. Hamilton 139
4. Raikkonen 134
5. Webber 115
6. Rosberg 96
7. Massa 67
8. Grosjean 53
9. Button 47
10. Di Resta 36
11. Sutil 25
12. Perez 18
13. Vergne 13
14. Ricciardo 12
15. Hulkenberg 7
16. Maldonado 1
1. Red Bull-Renault 312
2. Mercedes 235
3. Ferrari 218
4. Lotus-Renault 187
5. McLaren-Mercedes 65
6. Force India-Mercedes 61
7. Toro Rosso-Ferrari 25
8. Sauber-Ferrari 7
9. Williams-Renault 1

sábado, 24 de agosto de 2013

GP da Bélgica: Hamilton conquista "pole"

Lewis Hamilton obteve uma sensacional pole position na sequência de uma muito concorrida sessão qualificativa, onde a incerteza se manteve no ar até aos momentos finais, muito devido à chuva que marcou presença durante o Q1 e o Q3.
A sessão começou por causar logo umas quantas surpresas, quando, entre optar por slicks ou intermédios, Van der Garde,  Bianchi e Chilton obtiveram tempos que os permitiram passar para o Q2, deixando pilotos como Vergne - que foi dos mais rápidos nos treinos livres -, Gutierrez e Ricciardo de fora.
A chuva depois aliviou, permitindo a utilização de slicks de composto médios, fazendo as coisas regressar à 'normalidade'. Com isso, os homens da Marussia e o holandês da Caterham foram naturalmente os mais lentos do Q2, juntando-se a eles Perez, Sutil e Hulkenberg - com estes dois últimos a mostrarem-se velozes, mas não o suficiente.
Na terceira parte da sessão a chuva regressou e, com dois minutos para o seu término, Paul di Resta segurava provisoriamente a pole. Só que Nico Rosberg arrebatou-a por cerca de um décimo e, de seguida, os dois Red Bull superaram o tempo do alemão da Mercedes. E foi mesmo nos momentos finais que Hamilton obteve o crono de 2m01.012s para amealhar mais uma pole position esta temporada.
A corrida para o GP da Bélgica começa amanhã às 13h00 de Lisboa
Qualificação:

Q31. Lewis Hamilton (Grã-Bretanha), Mercedes, 2m01.012s
2. Sebastian Vettel (Alemanha), Red Bull-Renault, 2m01.200s
3. Mark Webber (Austrália), Red Bull-Renault, 2m01.325s
4. Nico Rosberg (Alemanha), Mercedes, 2m02.251s
5. Paul Di Resta (Grã-Bretanha), Force India-Mercedes, 2m02.332s
6. Jenson Button (Grã-Bretanha), McLaren-Mercedes, 2m03.075s
7. Romain Grosjean (França), Lotus-Renault, 2m03.081s
8. Kimi Räikkönen (Finlândia), Lotus-Renault, 2m03.390s
9. Fernando Alonso (Espanha), Ferrari, 2m03.482s
10. Felipe Massa (Brasil), Ferrari, 2m04.059s
Q211. Nico Hulkenberg (Alemanha), Sauber-Ferrari, 1m49.088s
12. Adrian Sutil (Alemanha), Force India-Mercedes, 1m49.103s
13. Sergio Pérez (México), McLaren-Mercedes, 1m49.304s
14. Giedo van der Garde (Holanda), Caterham-Renault, 1m52.036s
15. Jules Bianchi (França), Marussia-Cosworth, 1m52.563s
16. Max Chilton (Grã-Bretanha), Marussia-Cosworth, 1m52.762s
Q117. Pastor Maldonado (Venezuela), Williams-Renault, 2m03.072s
18. Jean-Eric Vergne (França), Toro Rosso-Ferrari, 2m03.300s
19. Daniel Ricciardo (Austrália), Toro Rosso-Ferrari, 2m03.317s
20. Valtteri Bottas (Finlândia), Williams-Renault, 2m03.432s
21. Esteban Gutiérrez (México), Sauber-Ferrari, 2m04.324s
22. Charles Pic (França), Caterham-Renault, 2m07.384s


domingo, 18 de agosto de 2013

Ricciardo dado como certo na Red Bull

Segundo a Sports Bild online, Daniel Ricciardo será anunciado no decorrer do fim de semana do GP da Bélgica como o segundo piloto da Red Bull, ao lado de Sebastian Vettel.
Não há, ainda, qualquer confirmação oficial por parte da equipa austríaca quanto a esta notícia, com dr. Helmut Marko, responsável pela gestão dos pilotos do programa da Red Bull, a afirmar que "não faremos nenhum anúncio até Spa. Não posso avançar mais nada".
A confirmar-se a substituição de Mark Webber pelo seu compatriota de 24 anos, serenam-se, assim, todas as especulações em torno de Kimi Raikkonen e Fernando Alonso poderem fazer parceria com Vettel em 2014, além de esta melhorar as hipóteses de António Félix da Costa assumir o segundo volante da Toro Rosso ao lado de Jean-Eric Vergne.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Nigel Mansell, coração de Leão completa hoje a bonita idade de 60 anos

Nigel Mansell, que completa hoje a bonita idade de 60 anos, é o mais bem sucedido piloto britânico da F1, com 31 vitórias e um título de campeão do Mundo, em 1992. É, também, o único que pode juntar esta coroa à de campeão CART, façanha sucessiva e assinada em 1993, tornando-se então o primeiro piloto a consegui-la, no ano de estreia. Mansell é o quarto piloto com mais vitórias na F1, atrás de Michael Schumacher, Alain Prost e Ayrton Senna. O seu recorde de pole positions numa temporada – 14, em 1992 – durou até 2011, quando Sebastian Vettel o quebrou. A Times Online incluiu-o em 9º lugar, entre os 50 melhores pilotos de todos os tempos.



Determinado e bravo como poucos
Nigel Ernest James Mansell nasceu numa pequena vila do condado de Worcestershire, chamada Upton-upon-Severn, no verão de 1953. A primeira vez que conduziu um carro foi aos sete anos, num campo ao pé de casa; mas, ocupado com as funções de sacristão, primeiro na Ilha de Man, para onde se mudou com a família e, mais tarde, na Cornualha, somente quando, por acaso, viu Jim Clark vencer o GP de Inglaterra, em Aintree, no ano de 1962, decidiu que era aquele o seu futuro.
Determinado e corajoso, Nigel Mansell começou tarde a carreira, usando todo o dinheiro que ganhava para os seus projetos. Colecionou um notável conjunto de títulos no karting, culminando com o campeonato nacional em 1973, antes de decidir mudar-se para a Fórmula Ford, indo contra a vontade paterna. No ano de estreia, em 1976, venceu seis das nove corridas em que tomou parte, incluindo a primeira em que participou, em Mallory Park. No ano seguinte, ganhou 33 das 42 – e sagrou-se campeão, apesar de ter partido o pescoço numa qualificação em Brands Hatch. Nessa altura, os médicos garantiram-lhe que esteve perigosamente perto de ficar paraplégico e aconselharam-no a permanecer seis meses em repouso. Pior ainda: segundo os médicos, ele nunca mais poderia voltar a pilotar. Indo ao arrepio destas premonições pessimistas, concedeu a si mesmo alta hospitalar e voltou às pistas, Três semanas depois do seu acidente quase fatal, abandonou o emprego como engenheiro aeroespacial, depois de saldar quase todas as suas dívidas, contraídas para conseguir ir para a Fórmula Ford. Quase no final da temporada, deram-lhe a oportunidade de pilotar um Lola TS70 de F3 e terminou em quarto lugar, numa corrida em Silverstone. Nesse momento, achou-se em condições de passar para monolugares mais competitivos.
Entre 1978 e 1980, Nigel Mansell correu na F3, contrariando com uma pilotagem audaciosa a escassa competitividade do carro, que suava um fraco motor Triumph Dolomite, incapaz de lutar contra os mais modernos e eficazes Toyota. Depois de uma primeira vitória em Silverstone, envolveu-se numa colisão com Andrea de Cesaris, que o levou de novo ao hospital, desta vez com fraturas nas vértebras, dando-se por muito feliz por ter escapado vivo uma vez mais. Porém, a sua pilotagem atrevida, mas consistente, não passou despercebida a um tal Colin Chapman, que o convidou para um teste exatamente em Silverstone.
O longo caminho do título
Nigel Mansell mostrou-se impressionante nesse teste, fazendo mesmo a melhor volta à pista. Chapman propôs-lhe três corridas em 1980, ao volante de um carro de testes, uma versão em que a equipa experimentava peças novas, para depois as incluir (ou não) no Lotus 81. No GP da Áustria, a sua prova de estreia, uma fuga de óleo para o cockpit provocou-lhe dolorosas queimaduras, antes de abandonar com problemas de motor. As duas corridas seguintes não correram melhor – e estava apenas iniciado o calvário de Mansell nos seus primeiros anos da F1. Mansell ficou com a Lotus durante quatro temporadas completas, mostrando-se devastado com a morte súbita de Chapman, de quem se tinha tornado amigo chegado, nos finais de 1982. Porém, a falta de resultados – não conseguiu ganhar uma prova em 71 GP com a Lotus – levaram-no a abandonar a equipa, passando-se para a Williams, em 1985.
Então, o piloto decidido e que nunca baixava os braços, apesar de todo o azar do mudo, transformou-se num vencedor. A primeira vitória foi no GP da Europa de 1986, em Brands Hatch – e, depois, no espaço de 18 meses, ganhou 11 corridas e perdeu dois títulos mundiais, os primeiros da sua longa carreira até ao Olimpo, que viu fugir por razões difíceis de compreender e aceitar: em 1986, foi um pneu que explodiu na última corrida da temporada, em Adelaide; no ano seguinte, um violento acidente na qualificação para o GP do Japão obrigou-o a voar mais cedo para casa e, uma vez mais, para o hospital, com mais problemas as costas.
Persona non grata para a imprensa e, até, para alguns diretores de equipa, que o acusavam de se estar sempre a queixar, Nigel Mansell passou mais um penoso ano na Williams, antes de entrar para a Ferrari, em 1989. A sua estreia, no Brasil, deu-se com uma vitória retumbante – e depressa caiu nas boas graças dos exigentes tifosi, que o alcunharam de ‘Leão’, pelo seu bigode farfalhudo, mas principalmente pela sua postura agressiva e de quem nunca se rende, ao volante. Polémico, mas péssimo político nos bastidores, não aguentou a pressão exercida por Alain Prost, seu colega na Ferrari e anunciou com todas as cornetas que se iria embora da F1 no final de 1990. Mas, de repente, arrepiou caminho e assinou com a Williams. E foi o melhor que poderia ter feito: em 1991, venceu cinco corridas e, no ano seguinte, finalmente garantiu o tão perseguido e ambicionado título de Campão do Mundo, calando todas as bocas que o difamavam e desprezavam a sua maneira direta e pouco simpática de estar na vida.
Mas, fiel a si próprio, bateu com a porta da F1 depois de se sagrar Campeão do Mundo, entrando de forma vibrante no, para si desconhecido, campeonato CART, do outro lado do Atlântico. A sua passagem para esta competição mudou a forma de ela ser vista, em especial o facto de ter sido Mansell quem iniciou a senda dos patrocínios milionários na CART. Depois de Mansell, é caso para se dizer que as corridas da CART e, depois, Indy, nunca mais foram o mesmo, nos ‘States’.
O triunfo e o regresso
Em 1993, Nigel Mansell voltou a deixar todos de boca aberta. Com 40 anos e sem nunca ter pilotado em ovais – aliás, na sua primeira vez quase morreu ao embater contra os muros, em Phoenix… - o ‘brutânico’ (como era ‘carinhosamente’ tratado pelos media…) venceu na prova de estreia (Surfers Paradise), foi terceiro na Indy 500 e, com mais quatro triunfos, todos eles nas rapidíssimas ovais, humilhou os arrogantes pilotos locais, conquistando o título. No ano seguinte, 1994, não foi tão feliz – nunca venceu e, após ter sido convencido por Frank Williams a correr nas três últimas provas de F1 do campeonato, deixou a América. Nesse ano, voltou a deixar todos estupefactos, ao ganhar a última prova do ano, o GP da Austrália, depois de largar da pole position.
Em 1995, depois de fazer duas provas com a McLaren, decidiu que era a altura de pendurar o capacete. Rico e depois de 15 tumultuosas temporadas na F1, Mansell deixou a Ilha de Man, tornou-se num bem- sucedido empresário, vendendo carros da Ferrari e gerindo o seu clube de golfe, onde ele mesmo se tornou um vencedor e, enfim, dedicando-se à sua amada Rosanne e aos seus três filhos.
Esporadicamente, voltou a pilotar, fazendo três corridas no BTCC em 1998, com um Ford Mondeo, chegando mesmo a liderar, sob péssimas condições atmosféricas, em Donington. Mais tarde, fundou o Grand Prix Masters, competição para ‘velhos’ ex-pilotos de F1. Mansell venceu a prova inaugural, em Novembro de 2005, em Kyalami e, no ano seguinte, ganhou também a primeira prova de um projetado calendário de quatro, que teve lugar no Qatar. Porém, depressa se apercebeu as dificuldades em manter de pé esta competição, que desapareceu tão depressa e misteriosamente como tinha começado.
Em 2007, fez uma prova do Campeonato FIA GT, em Silverstone, com um Ferrari 430 GT2 da Scuderia Ecosse, terminando em sétimo da classe e 21º da geral. Mansell esteve também no Estoril, em 2008, a testar um protótipo Lola de Le Mans, então como eventual preparação para participar na ALMS, projeto que não teve seguimento. No ano seguinte, o britânico, então com 56 anos, lembrou-se de testar o monolugar que o seu filho Greg pilotava na World Series by Renault, em Silverstone – e foi seis segundos mais lento que o mais rápido na sessão! Nesse ano, também em Silverstone e com o seu filho Leo, fez a prova de 1000 Km, com um Ginetta-Zytek. Enfim, encerrou a sua carreira com uma participação nas 24 Horas de Le Mans, em 2010, fazendo equipa com os seus dois filhos no mesmo carro – a primeira vez que tal sucedeu na história da prova, um pai correr com dois filhos. Porém, tudo acabou contra as barreiras de segurança, na corrida, após somente cinco voltas. Magoado uma vez mais nas costas, decidiu que era, finalmente, altura de colocar um ponto definitivo na sua carreira de piloto.
NIGEL MANSELL
Nome: Nigel Ernest James Mansell
Data de nascimento: 8 de Agosto de 1953 (59 anos)
Local de nascimento: Upton-upon-Severn (Reino Unido)
Nacionalidade: Britânico
Casado desde 1974 com Rosanne, que conheceu quando tinha 17 anos e lhe ofereceu boleia para a escola, parando o Mini na berma da estrada, sem nunca antes a ter visto. O casal teve uma filha, Chloe, e dois filhos – Leo e Greg, também eles pilotos de competição, mas sem o sucesso do pai. Vive em Saint Brélade, na ilha de Jersey, depois de ter vivido em Port Erin, na Ilha de Man (onde era polícia nas horas vagas…) enquanto esteve na F1, até 1995. É presidente da YWC (Youth Work Charities) e do IAM (Institute of Advanced Motorists).
PALMARÉS
Início na competição: Karting (1965); Fórmula Ford (1976)
Primeiro GP F1: GP Áustria 1980
Último GP F1: GP Espanha 1995
GP F1 disputados: 191 (187 largadas)
Títulos: 1 (1992)
Vitórias: 31
Primeira vitória: GP Europa 1985
Última vitória: GP Austrália 1994
Pole positions: 32
Melhores voltas: 30
Pódios: 59
Pontos: 480 (482)
Marcas: Lotus (1980, 1981, 1982, 1983, 1984); Williams (1985, 1986, 1987, 1988, 1991, 1992, 1994); Ferrari (1989, 1990); McLaren (1995)
Outros resultados: 11 títulos (regionais e nacionais) de Campeão de Karting (1969/73); Campeão Britânico Karting (1973); Campeão Britânico Fórmula Ford (1977); Campeão CART (1993)



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

VÍDEO: Acidente de Niki Lauda foi há 37 anos

01 de Agosto de 1976. Cumprem-se hoje 37 anos sobre o acidente violento de Niki Lauda em Nürburgring. O austríaco disputava o título do Mundial de F1 de 1976 contra James Hunt e regressou pouco mais de um mês após o embate. 
Recorde uma das épocas históricas do “Grande Circo”.







quarta-feira, 31 de julho de 2013

GP da Índia fora do Mundial de 2014

O Grande Prémio da Índia, a 16.ª prova do Mundial de F1 de 2013, não integrará o calendário de 2014, confirmou esta quarta-feira Bernie Ecclestone, detentor dos diretos comerciais da competição.

Ecclestone manifestou-se "dececionado" com a saída do circuito de Buddh do calendário de 2014, mas acrescentou que "já há acordo para 2015", em declarações à agência Press Trust of India.

Agendado este ano para 27 de outubro, o GP da Índia poderá assinalar o arranque da temporada de 2015.

"O período entre outubro e novembro é melhor, pois coincide com condições meteorológicas mais favoráveis e com o período de férias. Mas se os responsáveis da F1 pretendem que organizemos a corrida em março isso não é problema para nós", afirmou, por seu turno, o presidente do comité organizador da corrida, Sameer Gaur.

O calendário definitivo para 2014 deverá ser anunciado no próximo mês de setembro e fala-se que, tal como a Índia, também a Coreia do Sul poderá sair do Mundial.

O percurso inverso poderão fazer a Rússia, no circuito de Sotchi, no Parque Olímpico dos Jogos de Inverno, Áustria e New Jersey, que poderá ser palco de uma segunda prova nos Estados Unidos, país que já acolhe a 18.ª e penúltima corrida de 2013, em Austin, no Texas.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

«Seria interessante uma dupla Alonso-Vettel», diz diretor da Red Bull

O diretor da equipa de Fórmula 1 da Red Bull, Christian Horner, assumiu que uma dupla composta por Fernando Alonso e Sebastian Vettel seria «interessante».
«Na semana passada, havia especulação em torno de Kimi Raikkonen. Esta semana é em redor de Fernando. Como podem imaginar, há alguns pilotos que exprimiram o seu interesse pelo lugar. Dupla Alonso-Vettel? Seria interessante», assumiu Horner.
O diretor negou, no entanto, que o piloto espanhol, duas vezes campeão do Mundo, tenha estado reunido com a escuderia austríaca no final de semana. A Agence France Press avançava que Alonso tinha sido visto a entrar nas boxes da Lotus-Renault durante o Grande Prémio da Hungria, este fim de semana, prova ganha pelo britânico Lewis Hamilton (Mercedes).

domingo, 28 de julho de 2013

Lewis Hamilton vence GP da Hungria

O piloto britânico Lewis Hamilton (Mercedes) conquistou este domingo o Grande Prémio da Hungria, chegando à meta na frente do finlandês Kimi Raikkonen (Lotus) e do alemão Sebastian Vettel (Red Bull-Renault), líder do Campeonato do Mundo.

Numa corrida bastante animada, Hamilton, que saiu da "pole position", completou as 70 voltas do circuito de  Hungaroring com o tempo de 01h42m29.445. Kimi Raikkonen ficou no segundo lugar, a 10.938s, e Sebastian Vettel, líder do Campeonato do Mundo, ficou-se pelo terceiro posto, a 12.459s do britânico.

É a primeira vitória da temporada para o campeão do Mundo de 2008, que com este triunfo ascende ao quarto lugar do Mundial de Pilotos.

Classificação do GP da Hungria:

1.º Lewis Hamilton (Reino Unido - Mercedes) 01h42m29s445
2.º Kimi Raikkonen (Finlândia - Lotus) +10s938
3.º Sebastian Vettel (Alemanha - Red Bull) +12s459
4.º Mark Webber (Austrália - Red Bull) +18s044
5.º Fernando Alonso (Espanha - Ferrari) +31s411
6.º Romain Grosjean Reino Unido - Lotus +32s295
7.º Jenson Button (Reino Unido - McLaren) +53s819
8.º Felipe Massa (Brasil - Ferrari) +56s447
9.º Sergio Pérez (México - McLaren) +1 volta
10.º Pastor Maldonado (México - Williams) +1 volta
11.º Nico Hülkenberg (Alemanha - Sauber) +1 volta
12.º Jean-Eric Vergne (França - Toro Rosso) +1 volta
13.º  Daniel Ricciardo (Austrália - Toro Rosso) +1 volta
14.º Giedo van der Garde (Holanda - Caterham) +2 voltas
15.º Charles Pic (França - Caterham) +2 voltas
16.º Jules Bianchi (França - Marussia) +3 voltas
17.º Max Chilton (Reino Unido - Marussia) +3 voltas
NC (não completou)  - Paul di Resta (Reino Unido - Force India)
NC - Nico Rosberg (Alemanha - Mercedes)
NC - Valtteri Bottas (Finlândia - Williams)
NC - Esteban Gutierrez (México - Sauber)
NC - Adrian Sutil (Alemanha - Force India)

Classificação do Mundial de Pilotos:

1.º Sebastian Vettel (Alemanha - Red Bull), 172 pontos
2.º Kimi Raikkonen (Finlândia - Lotus), 134 pontos
3.º Fernando Alonso (Espanha - Ferrari), 133 pontos
4.º Lewis Hamilton (Reino Unido - Mercedes), 124 pontos
5.º Mark Webber (Austrália - Red Bull), 105 pontos
6.º Nico Rosberg (Alemanha - Mercedes), 84 pontos
7.º Felipe Massa (Brasil - Ferrari), 61 pontos
8.º Romain Grosjean (França - Lotus), 49 pontos

Classificação do Mundial de Construtores:1.º Red Bull - Renault, 277 pontos
2.º Mercedes, 208 pontos
3.º Ferrari,194 pontos
4.º Lotus Renault ,183 pontos
5.º Force India, 59 pontos
6.º McLaren Mercedes, 57 pontos
7.º Toro Rosso Ferrari, 24 pontos
8.º Sauber Ferrari, 7 pontos
9.º Williams Renault, 1 ponto
10.º Marussia Cosworth, 0
11.º Caterham Renault, 0

sábado, 27 de julho de 2013

GP Hungria: pole position para Lewis Hamilton

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) conquistou este sábado a "pole position" no Grande Prémio da Hungria, ao completar a volta mais rápida ao circuito em 1:19.388 minutos.


O alemão Sebastian Vettel (Red Bull) parte da segunda posição, depois de ter ficado a escassos 0.038 segundos de Hamilton.


Na segunda linha da grelha de partida, o francês Romain Grosjean (Renault) vai partir da terceira posição, enquanto o alemão Nico Rosberg (Mercedes) foi o quarto mais rápido na qualificação. O espanhol Fernando Alonso (Ferrari) completa o top-5.


O Grande Prémio da Hungria tem início marcado para as 13 horas deste domingo.


Qualificação:


Q3
1. Lewis Hamilton (Grã-Bretanha), Mercedes, 1m19.388s
2. Sebastian Vettel (Alemanha), Red Bull-Renault, 1m19.426s
3. Romain Grosjean (França), Lotus Renault, 1m19.595s
4. Nico Rosberg (Alemanha), Mercedes, 1m19.720s
5. Fernando Alonso (Espanha), Ferrari, 1m19.791s
6. Kimi Räikkönen (Finlândia), Lotus Renault, 1m19.851s
7. Felipe Massa (Brasil), Ferrari, 1m19.929s
8. Daniel Ricciardo (Austrália), Toro Rosso-Ferrari, 1m20.641s
9. Sergio Pérez (México), McLaren-Mercedes, 1m22.398s
10. Mark Webber (Austrália), Red Bull-Renault, sem tempo

Q2
11. Adrian Sutil (Alemanha), Force India-Mercedes, 1m20.569s
12. Nico Hulkenberg (Alemanha), Sauber-Ferrari, 1m20.580s
13. Jenson Button (Grã-Bretanha), McLaren-Mercedes, 1m20.777s
14. Jean-Éric Vergne (França), Toro Rosso-Ferrari, 1m21.029s
15. Pastor Maldonado (Venezuela), Williams-Renault, 1m21.133s
16. Valtteri Bottas (Finlândia), Williams-Renault, 1m21.219s

Q1

17. Esteban Gutiérrez (México), Sauber-Ferrari, 1m21.724s
18. Paul di Resta (Grã-Bretanha), Force India-Mercedes, 1m22.043s
19. Charles Pic (França), Caterham-Renault, 1m23.007s
20. Giedo van der Garde (Holanda), Caterham-Renault, 1m23.333s
21. Jules Bianchi (França), Marussia-Cosworth, 1m23.787s
22. Max Chilton (Grã-Bretanha), Marussia-Cosworth, 1m23.997s

GP Hungria: Grosjean bate Alonso na terceira sessão de treinos

O francês Romain Grosjean (Lotus-Renault) foi esta manhã o mais rápido na terceira sessão de treinos livres do Grande Prémio da Hungria, 10.ª prova do Mundial de Fórmula 1.

Grosjean cumpriu em 1.20,730 minutos a melhor volta ao circuito de Hungaroring, relegando o espanhol Fernando Alosno (Ferrari) para o segundo tempo.

Depois de ter sido o mais rápido nas duas sessões da véspera, Sebastian Vettel (Red Bull) não foi esta manhã além do quarto registo.

Tempos:
Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) 1:20.730 (média: 195,362 km/h)
Fernando Alonso (ESP/Ferrari) 1:20.898
Sergio Pérez (MEX/McLaren-Mercedes) 1:21.052
Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) 1:21.125
Felipe Massa (BRA/Ferrari) 1:21.151
Lewis Hamilton (GRB/Mercedes) 1:21.158
Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) 1:21.254
Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 1:21.356
Jenson Button (GRB/McLaren-Mercedes) 1:21.499
Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) 1:21.519
Kimi Räikkönen (FIN/Lotus-Renault) 1:21.589
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) 1:21.646
Paul di Resta (GRB/Force India-Mercedes) 1:21.963
Nico Hülkenberg (ALE/Sauber-Ferrari) 1:21.964
Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) 1:22.180
Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) 1:22.423
Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault) 1:23.028
Giedo van der Garde (HOL/Caterham-Renault) 1:23.975
Charles Pic (FRA/Caterham-Renault) 1:23.987
Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth) 1:24.298
Max Chilton (GRB/Marussia-Cosworth) 1:25.122
Esteban Gutierrez (MEX/Sauber-Ferrari) non-chronométré