sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Programa de televisão dá bebés em direto

O apresentador de um programa de televisão paquistanês tem dado bebés, em direto, a famílias sem filhos, naquela que está a ser considerada uma guerra sem escrúpulos para conseguir audiências.

Chama-se Aamir Liaquat Hussain, tem 41 anos é uma das personalidades televisivas mais populares do Paquistão. Tornou-se mais conhecido no último mês quando, em direto durante o seu programa, deu duas raparigas abandonadas pelas famílias a casais sem filhos.

"Se não tivéssemos encontrado este bebé, um gato ou um cão tinha-o comido", anunciou Aamir em frente às câmaras, carregando ao colo uma menina com poucos meses, embrulhada numa manta cor-de-rosa e vermelha, que entregou aos seus novos pais. Esta semana, pretende dar um rapaz a uma nova família.

Durante a emissão, Aamir Hussain costuma cozinhar, entrevistar sacerdotes e celebridades, entreter crianças e dar prémios à audiência, caso responda corretamente a perguntas sobre o Islão. Motas, telemóveis e até mesmo propriedades são os prémios que a audiência habitualmente recebe das mãos do apresentador. Mas no início de julho, o mês sagrado do Ramadão, a luta das estações televisivas pelo controle de audiências intensificou. Foi nessa altura que Hussain presenteou duas famílias com dois bebés que captaram a atenção dos espectadores e conseguiram os aplausos do público em estúdio.

"Disseram-nos que tínhamos passado todas as entrevistas e sido seleccionados para adoptar um bebé", contou Riaz Uddin, de 40 anos, engenheiro e agora pai de uma menina. "Recebemos o nosso bebé em direto na TV", acrescenta.
Os bebés abandonados foram resgatados pela Associação de Saúde de Chippa, uma organização paquistanesa de auxílio.

Real Madrid vence LA Galaxy com bis de Benzema

O Real Madrid venceu os LA Galaxy nesta madrugada por 3-1, no primeiro jogo da digressão norte-americana dos merengues. Benzema, que saiu do banco na segunda parte para o lugar de Cristiano Ronaldo, marcou dois golos.

O jogo contava para a International Champions Cup, torneio de verão que junta alguns dos grandes da Europa, e o Real de Carlo Ancelotti impôs-se com facilidade aos bicampeões norte-americanos. Os portugueses Pepe e Cristiano Ronaldo foram titulares, Fábio Coentrão foi baixa de última hora por motivos físicos, o que aumentou a especulação em torno do futuro do português, que tem sido dado como eventual «moeda de troca» num negócio com o Tottenham por Gareth Bale. 

Com Isco a fazer de maestro, o primeiro golo merengue aconteceu aos 15 minutos, marcado por Angel Di María, a passe de Cristiano Ronaldo. 

Depois, foi Benzema. Entrou aos 45m, marcou aos 52m e aos 74m. Pelo meio, Villarreal apontou o golo dos Galaxy.

O Real segue agora para as meias-finais da prova, frente aos ingleses do Everton, que mais cedo venceram a Juventus nos penalties.

O Real Madrid jogou com Diego López (Jesús, 78m); Carvajal (Casado, 78m), Mateos, Pepe (Nacho, 45m), Cheryshev; Casemiro, Modric (Khedira, 73m), Isco (Ozil, 73m), Di María; Kaká (Morata, 62m) e Cristiano Ronaldo (Benzema, 45m).

Chelsea: Mourinho bate antiga equipa

O Chelsea venceu o Inter em Indianápolis no primeiro jogo que realiza nos Estados Unidos. Um golaço de Oscar e um penalty de Hazard garantiram a vitória para os londrinos. José Mourinho defrontou a antiga equipa, mas neste Inter que se apresentou no Lucas Oil Field já nem uma ideia há dos tempos de Il Speciale.

Os blues apresentaram-se com Van Ginkel no meio-campo e o holandês deu boas indicações ao lado de Ramires. Ainda assim, o mais influente do primeiro tempo surgiu na direita.

Victor Moses foi sempre um trabalhador frente ao Inter e o transportador da bola que permitiu a Oscar marcar um grande golo. Depois de passe de Moses, o brasileiro demonstrou toda a classe e fez o 1-0.

Aliás, a jogada é perfeita. Leitura de jogo e compensação de Vam Ginkel. Bola recuperada e passe para Moses que parte numa transição rápida. Bola para o homem livre e definição sublime de Oscar.


O 2-0 chegou aos 29 minutos. Moses rompeu pela defesa do Inter de novo, mas foi travado em falta. O juiz assinalou penalty, devia ter marcado livre a favor do Chelsea. Hazard fez o resultado final.

Ainda havia coisas para contar. Enquanto Mourinho acenava aos adeptos que entoavam o nome do técnico, o Inter mostrava grandes dificuldades na troca de bola, apesar de Guarín remar contra a maré. Refira-se que o colombiano até podia ter aberto o marcador, mas um remate de primeira tinha saído ao lado na etapa inicial.

Os italianos tinham refilado muito no penalty, mas não tiveram razões de queixa quando Campagnaro foi expulso. A entrada sobre Terry é para expulsão porque nem mesmo num particular se pode perdoar tamanha agressividade.

Mourinho rodou jogadores e usou toda a gente. Ou seja, David Luiz cumpriu os primeiros minutos com o treinador português e o mesmo aconteceu com Fernando Torres. O Chelsea liderou até final, mas não aumentou o resultado.

Assim, o maior problema de Mourinho neste jogo foi dissipar dúvidas para um onze, com tanta gente a merecer nota alta. Mas para já, começou com este, que lhe valeu a quarta vitória em quatro jogos:

Chelsea: Cech; Ivanovic, Cahill, Terry e Cole; Van Ginkel e Ramires; Moses, Oscar e Hazard; Lukaku

Jogaram ainda:.Schwarzer, Azpilicueta, David Luiz, Bertrand, Essien, Mikel, Mata, Ba e Torres

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Liga Europa: todos os resultados desta quinta-feira

A Liga Europa prossegue nesta quinta-feira com muitos jogos e com claro destaque para a estreia do Estoril frente ao Hapoel Ramat Gan, de Israel.

Para além da partida da Amoreira, há muitas outras pela Europa. Ora veja a lista da terceira pré-eliminatória da prova
















Jogos da Liga Europa nesta quinta-feira

Trencin (Esl)-Astra Giurgiu (Rom), 1-3

Aktobe (Caz)-Breidablik (Isl), 1-0

Dinamo Minsk (Bie)-Trabzonspor (Tur), 0-1

FC Minsk (Bie)-St.Johnstone (Esc), 0-1

FK Karabakh (Aze)-Gefle (Sue), 1-0

Jablonec (Che)-Strømsgodset (Nor), 2-1

Petrolul Ploiesti (Rom)-Vitesse (Hol), 1-1

Ventspils (Let)-Maccabi Haifa (Isr), 0-0

Chernomorets O (Ucr)-Estrela Vermelha (Ser), 3-1

Randers FC (Din) -Rubin Kazan (Rus), 1-2

Zalgiris Vilnius (Lit)-Lech Poznan (Pol), 1-0

Hacken (Sue)-Thun (Sui), 1-2

Rijeka (Cro)-Zilina (Esl), 2-1

Tromsø (Nor)-Differdang03 (Lux), 1-0

Botev Plovdiv (Bul)-Etugarda (Ale), 1-1

Kukesi (Alb)-Met. Donetsk (Ucr), 2-0

Pandurii (Rom)-Hapoel Telavive (Isr), 1-1

Vojvodina (Ser)-Bursaspor (Tur), 2-2

Liberec (Che)-FC Zurich (Sui), 2-1

Asteras Tripolis (Gre)-Rapid Viena (Aus), 1-1

Saint Etienne (Fra)-FC Milsami Orhei (Mol), 3-0

Xanthi (Gre)-Standard Liege (Bel), 1-2

Motherwell (Esc)-Kuban Krasnodar (Rus), 0-2

Siroki Brijeg (Bos)-Udinese (Ita), 1-3

Slask Wroclaw (Pol)-Club Brugge (Bel), 1-0

Swansea (Gal/Ing)-Malmo FF (Sue), 4-0

Estoril (POR)-Hapoel Ramat Gan (Isr), 0-0

Hajduk Split (Cro)-Dila Gori (Geo), 0-1

Sevilha (Esp)-Mladost Podgorica (Mon), 3-0

Sporting vence (1-0) Nacional com golo de Montero

Se faltassem outras provas, bastava olhar para o que Carrillo jogou esta noite para perceber como Leonardo Jardim está a fazer milagres em Alvalade. 

O peruano foi o melhor em campo, sim, mas foi mais do que isso: foi uma coisa raramente vista em dois anos de Sporting. Partiu para cima dos adversários, como sempre, mas jogou de primeira, assistiu colegas, libertou o jogo no momento certo e até recuperou bolas na área defensiva.

Está no fundo um homem comprometido com a equipa e isso faz toda a diferença. Este Carrillo é titular de caras no Sporting, e provavelmente em qualquer equipa da liga nacional.

Começa-se de resto esta crónica pelo singular porque ele ajuda muito a explicar o que foi o plural.

O Sporting é nesta altura uma equipa empenhada e solícita. Partilha um plano coletivo de jogo e por isso torna-se cada vez mais segura. O Nacional, por exemplo, passou toda a primeira parte sem conseguir rematar uma vez que fosse (pelo menos com um mínimo de perigo) à baliza de Patrício.

A formação leonina, por outro lado, entrou no jogo a marcar. Carrillo trabalhou bem na direita e cruzou para Chaby cabecear: Montero, na estreia a titular, surgiu rápido a desviar para golo.

As três caras novas do onze leonino no ataque demoraram sete minutos a justificar a aposta de Jardim. Todas elas estiveram bem, de resto, e mostraram que são opções fortes.

Mas houve mais: Carrillo, outra vez ele, lançou Chaby para um remate perigoso e pouco depois o mesmo Carrillo cruzou para o mesmo Chaby rematar à meia volta para nova defesa de Gottardi.

O Sporting não foi enfim uma máquina de futebol ofensivo, mas foi uma equipa segura, que trabalhou a posse de bola e o posicionamento. Raramente foi apanhada desprevenida e uma vez por outra conseguiu jogadas de entendimento que arrancaram aplausos.

Já na segunda parte rematou ao poste num tiro em arco de Carrillo e obrigou Gottardi a brilhar novamente em defesa a um pontapé acrobático de Wilson Eduardo.

É certo que na segunda parte perdeu alguma segurança da primeira parte e o Nacional conseguiu por fim rematar. Mas é certo também que o resultado não sofre qualquer tipo de dúvida: no fundo só pode pecar por escasso.

Contas feitas a equipa continua sem perder, em cinco jogos venceu quatro nos noventa minutos e um em penalties. O que é relevante. Mais relevante do que isso, porém, é que se sente que há um trabalho bem feito nesta equipa

Isso sim é importante.

Ficha de jogo:

Estádio: Municipal de Rio Maior
Espectadores: cerca de cinco mil

Árbitro: João Mendes (Santarém)
Assistentes: Jorge Maia e Afonso Silveira

NACIONAL: Gottardi; Bruno Moura (Nuno Campos, 46m), Mexer (Sequeira, 46m), Miguel Rodrigues e Marçal; João Aurélio (Lucas João, 65m), Ghazal (Rafa, 46m) e Jota; Candeias (Diego Barceloos, 65m), Djaniny e Rondon. 
Suplentes não utilizados: Rui Silva, Claudemir e Barreto.

SPORTING: Rui Patrício (Marcelo Boeck, 65m); Cedric (Welder, 79m), Eric Dier, Maurício (Rinaudo, 65m) e Evaldo (Jefferson, 65m); William Carvalho (Marcos Rojo, 46m) e Adrien Silva; Carrillo (Capel, 79m), André Martins (Labyad, 89m) e Chaby (Wilson Eduardo, 65m); Montero (Ponde, 79m). 
Suplentes não utilizados: Gerson Magrão, Esgaio, João Mário e Cissé.

GOLOS: Fredy Montero (7m).

"Avatar" vai ter três sequelas até 2018

"Avatar", o filme com a maior bilheteira da história do cinema, vai ter três sequelas que serão filmadas simultaneamente, segundo um comunicado do estúdio 20th Century Fox divulgado esta quinta-feira.

As filmagens vão começar no início de 2014 e a estreia da primeira sequela será em dezembro de 2016, a segunda chegará às salas de cinema em dezembro de 2017 e a última será lançada em 2018, em data ainda por determinar.  

James Cameron, realizador de "Avatar", volta a colocar-se atrás das câmaras, sendo também responsável pelo guião. Para ajudar no processo da escrita conta com Josh Friedman ("A guerra dos mundos"), de Rick Jaffa e Amanda Silver ("Planeta dos Macacos: a origem") e de Shane Salerno ("Selvagens"). 

Cameron e Jon Landau vão produzir as películas através da empresa Lightstorm Entertainment, a qual, como no filme original, trabalhará com Joe Letteri e a sua equipa de efeitos visuais da WETA Digital, para criar os mundos onde se desenrolam as histórias. 

O realizador disse que, ao escrever os novos filmes, percebeu que o universo de "Avatar" se tinha convertido "em algo mais rico do que aquilo que esperava e tornou-se claro que não iria conseguir capturar em dois filmes tudo o que queria expressar na tela". 

O presidente da 20th Century Fox, Jim Gianopulos, indicou que sente uma grande alegria "ao ver como Jim continua e expande a sua visão do mundo "Avatar", acrescentando que "os seus planos para estes mundos de fantasia continuam a surpreender-nos". 

O filme arrecadou quase 2,800 milhões de dólares (2,110 milhões de euros) na bilheteira mundial e ganhou três Óscares. 

Liga Europa: Estoril - Hapoel Ramat-Gan, 0-0

O Estoril deu o primeiro pontapé numa história europeia, mas viveu esse facto com demasiada importância e desperdiçou 45 minutos frente a um Hapoel Ramat-Gan desconhecido, mas que não tem tanto andamento como a equipa de Marco Silva.

Após uma primeira parte longe do que o Estoril mostrou na época passada, a formação da Linha retirou a carga história de cima dos ombros e partiu para uma segunda parte quase de sentido único. As oportunidades sucederam-se, o adversário ficou ali à mercê, mas não houve ninguém que fizesse um golo que se anunciava e que nunca chegou.

Era preciso uma mota

O meio terreno da Amoreira tinha tanto por onde andar como o eixo Norte-Sul em direção a Almada num fim de semana de verão. Só mesmo de mota se conseguiria furar, mas não havia um acelera no miolo estorilista para que se desbloquasse a situação. Os três do meio do Estoril tentavam descobrir linhas para furar, mas era Carlitos o único que conseguia ir na faixa e, pela esquerda ou pela direita abrir jogo. Mas mesmo assim, foram poucas as vezes.

Já o Hapoel ia no sentido contrário. Aproveitava para transições rápidas, muitas vezes com a bola a viajar longas distâncias e a ganhar demasiada altura para servir Diamant, um viajante solitário no ataque, com aparições pontuais de Romann ou Asayag.

Os israelitas tiveram ocasiões para marcar no primeiro tempo, em 45 minutos em que conseguiram ter pernas para pressionar e chegar à baliza de Vagner. O Estoril respondeu com uma enorme ocasião de Carlitos, que não conseguiu bater Straus na pequena área. Mais uma ocasião para cada lado e um nulo ao intervalo, prémio para a estratégia visitante e merecido para a pouca rapidez do Estoril.

Ser mais a segunda parte do que a primeira

O segundo tempo começou com ocasião para o Hapoel Ramat -Gan, mas foi um oásis no resto do jogo. Com os minutos a passar, a equipa israelita também perdeu condição física. Ora, isso e a entrada de Luís Leal para o lugar de um apagado Sebá (saiu lesionado) transformaram o jogo.

O Estoril podia ter marcado aos 62, 64 e 66 minutos, com uma bola à trave, uma recarga mal medida nesse mesmo lance, um desvio de Carlitos num canto e mais um remate de Galvão ao lado. 

A formação de Marco Silva continuou a tentar, mesmo de longe. Mas a bola não entrou e o Hapoel Ramat-Gan ganhou forças no banco, para conseguir estancar um pouco o jogo estorilista. 

Assim, há uma eliminatória empatada ao intervalo e agora a vantagem de jogar em casa muda de cor. Ainda assim, o Estoril pode ultrapassar esta equipa. Mas precisa de serenar e ser bem mais aquilo que foi no segundo tempo do que aquilo que mostrou no primeiro. Em suma, precisa nesta Liga Europa de jogar num ritmo de uma liga portuguesa, que será, certamente, bem mais alto que um qualquer escalão de Israel.

Ficha de jogo
Estádio: António Coimbra da Mota, na Amoreira
Árbitro: Fredy Frautel (França)
Assistentes: Cyril Gringore e Eric Dansault
Quarto árbitro: Bartolomeu Varela

ESTORIL: Vagner; Anderson Luís, Bruno Miguel, Yohan Tavares e Babanco; Evandro, Gonçalo Santos e Filipe Gonçalves (Gladstony, 85); Carlitos (Gerso, 73), Sebá ( Luís Leal, 52) e João Pedro Galvão.

Suplentes não utilizados: Ricardo Ribeiro, Mano, Diogo Amado e Rúben Fernandes

HAPOEL RAMAT-GAN: Ram; Tomer Levy (Cohen, 83), Hazum (Addo, 71), Soffer e Maabi; Lingane e Buksenbaum; Brossou (Bar Buzaglo, 33), Romann e Asayag; Diamant.

Suplentes não utilizados: Pshehazkey, Luzon, Gabai, Ben Ami.

Ao intervalo: 0-0
Disciplina: cartão amarelo a Maabi (8min), Asayag (45min), Levy (72min), Soffer (80min) e Galvão (80min)

VÍDEO: Acidente de Niki Lauda foi há 37 anos

01 de Agosto de 1976. Cumprem-se hoje 37 anos sobre o acidente violento de Niki Lauda em Nürburgring. O austríaco disputava o título do Mundial de F1 de 1976 contra James Hunt e regressou pouco mais de um mês após o embate. 
Recorde uma das épocas históricas do “Grande Circo”.







WRC - Rali da Finlândia Dia 1: Neuville herói do dia

Thierry Neuville vestiu a pele de personagem principal no primeiro dia do Rali da Finlândia, a oitava etapa do Mundial de Ralis desta temporada. O piloto belga da Qatar M-Sport colocou o seu Ford Fiesta WRC na frente de todos os adversários após os primeiros 45,51 km de troços cronometrados que compunham a primeira etapa, de forma um tanto ao quanto surpreendente.
 Para trás e a ‘roer as unhas’, o pupilo de Malcolm Wilson deixou Sébastien Ogier que terminou, contudo, a etapa a uns escassos 5,2s, depois de se ter desembaraçado de Mads Ostberg e de Mikko Hirvonen que também deram nas vistas durante o dia. O primeiro quando chegou a rodar em segundo na cola de Neuville e o finlandês da Citroën quando chegou a repartir a liderança com o belga, antes de se atrasar ligeiramente na quarta especial.
 Mas na verdade, o Rali da Finlândia está a ser disputado a um ritmo alucinante e não apenas pelos primeiros pilotos. Basta dizer que os primeiros oito classificados estão apenas separados por escassos 23,4s e que alguns deles já enfrentaram ligeiras saídas de estrada ou cometeram erros de condução.
 Para além de Neuville, que procura na Finlândia a sua primeira vitória no WRC, também Juho Hanninen e Kris Meeke estou a demonstrar estar em plena forma. Tanto o piloto do Ford Fiesta WRC (e piloto oficial de testes da Hyundai), como o inglês que regressa ao volante de um Citroën DS3 WRC estão a provar que tem um lugar no clube dos restritos no WRC, lutando pelo quinto lugar e terminando o primeiro round separados por uns quase imperceptíveis 0,5s! Na mesma luta estão ainda Evgeny Novikov e Andreas Mikkelsen, responsáveis por esbater a prova mediana de Dani Sordo, no segundo DS3 WRC da equipa Citroën Total Abu Dhabi WRT.
 Igualmente convincente está também a ser o 10º lugar ocupado pelo finlandês Jarkko Nikara, cujo JCW WRC está a provar que o MINI também pode ser competitivo, como ficou bem registado no segundo tempo absoluto que o finlandês conquistou na penúltima classificativa do dia.
O dia ficou marcado pela desistência de Jari-Matti Latvala que abandonou depois da quebra da suspensão traseira do VW Polo R WRC. No entanto, o finlandês deverá amanhã regressar ao rali sob as regras do Rally 2. 
 Amanhã, terá lugar a segunda e mais dura etapa do rali com 148,50 km disputados ao cronómetro e divididos por nove classificativas.

Classificação Dia 1

1º T. Neuville/N. Gilsoul  (Ford Fiesta WRC)                                25m33,3s
2º S. Ogier/J. Ingrassia (VW Polo R WRC)                                       a 5,2s
3º M. Ostberg/J. Andersson (Ford Fiesta WRC)                                 a 8,9s
4º M. Hirvonen/J. Lehtinen (Citroën DS3 WRC)                               a 13,8s
5º J. Hanninen/T. Tuominen (Ford Fiesta WRC)                              a 17,0s
6º K. Meeke/C. Patterson (Citroën DS3 WRC)                                 a 17,5s
7º E. Novikov/I. Minor (Ford Fiesta WRC)                                       a 20,9s
8º A. Mikkelsen/M. Markkula (VW Polo R WRC)                              a 23,4s
9º D. Sordo/C. del Barrio (Citroën DS3 WRC)                                 a 37,1s
10º J. Nikara/J. Kalliolepo (MINI JCW WRC)                                  a 47,7s

Maquinista argentino filmado a dormir enquanto trabalha

Um dos maquinistas do serviço de comboios da Argentina foi filmado a dormir enquanto atravessava um cruzamento ferroviário entre estações

As imagens foram divulgadas pelo Ministério do Interior e Transporte do governo argentino, na última terça-feira. Das câmaras instaladas nas cabines dos condutores, chegam outras imagens surpreendentes que mostram o comportamento dos maquinistas que lêem e falam ao telemóvel enquanto trabalham. Alguns maquinistas chegaram até a cobrir as câmaras para não serem filmados durante as viagens.



Porém, as imagens do maquinista que dorme enquanto o veículo passa num cruzamento ferroviário são as que têm causado maior preocupação. O vídeo, divulgado nos meios de comunicação social argentinos, já se está a tornar viral nas Internet e nas redes sociais.
O ministro Florencio Randazzo declarou que já se despediram alguns dos condutores que infringiram as regras de segurança. Florencio Randazzo informou ainda que os maquinistas vão começar a fazer provas físicas quando se reportam, diariamente, ao trabalho.
As câmaras foram instaladas depois do acidente ferroviário que matou três pessoas, no passado mês de junho. A divulgação coincide ainda com o descarrilamento do comboio, à entrada de Santiago de Compostela, em Espanha, que matou 78 pessoas. O maquinista deste último acidente admitiu estar a falar ao telefone momentos antes da tragédia acontecer.