O Chelsea de José Mourinho venceu no reduto do Swindon Town, para a terceira eliminatória da Taça da Liga inglesa, por 0-2.
Fernando Torres, aos 29, e Ramires, aos 35, apontaram os golos dos «blues»em County Ground.
A equipa de Mourinho atuou com Schwarzer; Cahill, David Luiz, Bertrand, Azpilicueta; Essien, Mata, De Bruyne; Van Ginkel e Torres.
Ramires, que curiosamente entrou e saiu (rendeu Van Ginkel aos dez minutos e foi rendido por John Terry ao intervalo), apontou o segundo golo e assinou bela exibição, nos 35 minutos em que esteve em campo.
Noutros jogos da noite, o Tottenham de André Villas-Boas goleou por 0-4 em Birmingham, o Aston Villa, e o Manchester City goleou o Wigan, por 5-0.
Mostrar mensagens com a etiqueta ChelseaFC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ChelseaFC. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 24 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
Chelsea quebra série negativa e bate Fulham (2-0)
Depois de três partidas sem vencer (Bayern Munique, Everton e Basileia), o Chelsea conseguiu reencontrar-se com o rumo das vitórias na fortaleza de Stamford Bridge. A tarefa não foi fácil, mas os blues souberam manter a cabeça fria e marcar nos momentos certos.
A primeira metade foi dividida. O Chelsea começou pressionante, mas Samuel Etoo esteve mais uma vez muito apagado no centro do ataque londrino. A melhor oportunidade pertenceu mesmo ao Fulham, com um remate de Darren Bent superiormente defendido por Petr Cech. Ao intervalo, o encontro estava um tédio e Roman Abramovich ia assistindo. Atento.
Na segunda metade, o Chelsea entrou com mais vigor e parece ter acatado a mensagem de Mourinho. Até que, aos 52', Oscar aproveitou uma desatenção de Stockdale e rematou para o fundo da baliza dos cottagers. Aos 84', assistido de cabeça por John Terry, Obi Mikel marcou à meia volta, naquele que foi o primeiro tento oficial do nigeriano com a camisola do Chelsea, ao fim de sete anos em Stamford Bridge.
Com este triunfo, o Chelsea aproveitou uma surpreendente derrota do Liverpool frente ao Southampton (0-1) e igualou o conjunto de Brendan Rodgers na frente da Premier League, com dez pontos. Amanhã, caso vençam os seus compromissos, Tottenham e Arsenal poderão isolar-se na liderança da competição.
A primeira metade foi dividida. O Chelsea começou pressionante, mas Samuel Etoo esteve mais uma vez muito apagado no centro do ataque londrino. A melhor oportunidade pertenceu mesmo ao Fulham, com um remate de Darren Bent superiormente defendido por Petr Cech. Ao intervalo, o encontro estava um tédio e Roman Abramovich ia assistindo. Atento.
Na segunda metade, o Chelsea entrou com mais vigor e parece ter acatado a mensagem de Mourinho. Até que, aos 52', Oscar aproveitou uma desatenção de Stockdale e rematou para o fundo da baliza dos cottagers. Aos 84', assistido de cabeça por John Terry, Obi Mikel marcou à meia volta, naquele que foi o primeiro tento oficial do nigeriano com a camisola do Chelsea, ao fim de sete anos em Stamford Bridge.
Com este triunfo, o Chelsea aproveitou uma surpreendente derrota do Liverpool frente ao Southampton (0-1) e igualou o conjunto de Brendan Rodgers na frente da Premier League, com dez pontos. Amanhã, caso vençam os seus compromissos, Tottenham e Arsenal poderão isolar-se na liderança da competição.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Chelsea perde em casa, Basileia e Schalke na frente
«Blues» não perdiam no The Bridge desde 2011 em jogos da Liga dos Campeões.
O Basileia surpreendeu esta quarta-feira o Chelsea, em Stamford Bridge, ao vencer por 2-1, na primeira jornada do Grupo A da Liga dos Campeões.
Os «Blues», que não perdiam em casa desde o desaire com o Barcelona em 2011, tinham terminado a primeira parte a vencer, com um golo de Óscar, poucos segundos antes do apito para o intervalo.
No segundo tempo, os suíços viraram o golo, com golos de Salah e Marco Streller.
sábado, 14 de setembro de 2013
Mourinho sofre primeira derrota com Chelsea após regresso
O Chelsea, de José Mourinho, desperdiçou hoje a possibilidade de chegar à frente na Liga inglesa de futebol, ao perder na visita ao Everton, em Goodison Park (1-0).
Com dois triunfos nos primeiros jogos e um empate em casa do campeão Manchester United, Mourinho viu hoje os “blues” sofrerem a primeira derrota desde que regressou a Stamford Bridge, na quarta jornada da Liga.
Na Supertaça Europeia, com o Bayern Munique, a equipa foi derrotada no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
Os londrinos pagaram caro as oportunidades desperdiçadas nos primeiros momentos de jogo, em que Samuel Eto’o foi titular, e foi o Everton a fazer o único golo da partida, por Steven Naismith já nos descontos da primeira parte.
Foi também a primeira vitória do Everton no campeonato, sob o comando de Roberto Martinez.
A derrota deixou os “blues” no sexto lugar da Liga, com sete pontos, os mesmos de Manchester City (4.º) e Manchester United (5.º).
A derrota deixou os “blues” no sexto lugar da Liga, com sete pontos, os mesmos de Manchester City (4.º) e Manchester United (5.º).
Nos primeiros lugares encontram-se Arsenal, Tottenham e Liverpool, todos com nove pontos, embora os “reds” ainda joguem na segunda-feira, dia em que visitam o Swansea.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Oficial. Chelsea confirma Samuel Eto'o
O Chelsea confirmou, esta quinta-feira, a contratação de Samuel Eto'o aos russos do Anzhi Makhachkala. O avançado camaronês assinou um vínculo válido por uma temporada.
Eto'o, de 32 anos, reencontra em Stamford Bridge o treinador José Mourinho, com o qual se sagrou campeão europeu em 2010, ao serviço do Inter de Milão.
"Não foi uma decisão difícil. Sei a qualidade que o plantel do Chelsea tem e já muito feliz com José Mourinho no passado. Por isso, quando a oportunidade surgiu, fiquei muito contente por aproveitá-la", afirmou o dianteiro, em declarações ao site oficial do Chelsea.
Os "blues" não adiantaram pormenores quanto aos valores envolvidos na transferência de Eto'o nem quanto ao salário que o atleta irá auferir. Ainda assim, a imprensa inglesa adianta que o avançado abdicou de grande parte do seu ordenado anual, baixando dos 20 para os oito milhões de euros para poder assinar pelo Chelsea.
Eto'o, de 32 anos, reencontra em Stamford Bridge o treinador José Mourinho, com o qual se sagrou campeão europeu em 2010, ao serviço do Inter de Milão.
"Não foi uma decisão difícil. Sei a qualidade que o plantel do Chelsea tem e já muito feliz com José Mourinho no passado. Por isso, quando a oportunidade surgiu, fiquei muito contente por aproveitá-la", afirmou o dianteiro, em declarações ao site oficial do Chelsea.
Os "blues" não adiantaram pormenores quanto aos valores envolvidos na transferência de Eto'o nem quanto ao salário que o atleta irá auferir. Ainda assim, a imprensa inglesa adianta que o avançado abdicou de grande parte do seu ordenado anual, baixando dos 20 para os oito milhões de euros para poder assinar pelo Chelsea.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Man. United e Chelsea empataram em Old Trafford (0-0)
Foi um duelo intensíssimo, à pele, quase sem paragens a fazer jus à qualidade dos dois emblemas. Mesmo que nem sempre bem jogado, valeu pela emoção, pela intensidade, pelas variações em quem comandava a batuta da partida.
Na primeira parte houve mais Manchester. A equipa de Old Trafford teve momentos de grande domínio, com um Rooney acutilante, um Evra atrevido e um Valencia trabalhador.
As melhores oportunidades foram dos «reds», mas Cech respondeu sempre bem e John Terry fartou-se de cortar lances perigosos.
O Chelsea esteve mais contido, mas não se limitou a defender. Sem pontas-de-lança de raiz, o onze dos blues tinha um Schurlle a fazer de «falso nove», mas com um Oscar muito ofensivo e a tentar surpreender no remate de longe.
O 0-0 ao intervalo aceitava-se, mas a equipa de Old Trafford poderia ter ido para o descanso em vantagem.
Mourinho dava mostras de não ficar satisfeito com um empate simpático e decidiu, nos minutos iniciais do segundo tempo, mexr na equipa. Colocou finalmente um ponta-de-lança, Fernando Torres, abdicando de De Bruyne, que já estava amarelado e dava sinais de nervosismo.
A entrada de «El Niño» agitou os ventos ofensivo dos Blues. Mais agressivo, o Chelsea somou oportunidades, entre os remates de Oscar e o tiro de Schurlle, à barra (mas em fora-de-jogo).
Mas o Manchester também mostrou ter boas soluções para a reta final do embate. Ashley Young deu sangue novo ao flanco e pôs o lado esquerdo da defesa do Chelsea em polvorosa.
Com este empate, fica fechada a segunda jornada da Premier League. O Chelsea é primeiro, com sete pontos, mas já três jogos. O Manchester soma quatro pontos em duas jornadas.
Na primeira parte houve mais Manchester. A equipa de Old Trafford teve momentos de grande domínio, com um Rooney acutilante, um Evra atrevido e um Valencia trabalhador.
As melhores oportunidades foram dos «reds», mas Cech respondeu sempre bem e John Terry fartou-se de cortar lances perigosos.
O Chelsea esteve mais contido, mas não se limitou a defender. Sem pontas-de-lança de raiz, o onze dos blues tinha um Schurlle a fazer de «falso nove», mas com um Oscar muito ofensivo e a tentar surpreender no remate de longe.
O 0-0 ao intervalo aceitava-se, mas a equipa de Old Trafford poderia ter ido para o descanso em vantagem.
Mourinho dava mostras de não ficar satisfeito com um empate simpático e decidiu, nos minutos iniciais do segundo tempo, mexr na equipa. Colocou finalmente um ponta-de-lança, Fernando Torres, abdicando de De Bruyne, que já estava amarelado e dava sinais de nervosismo.
A entrada de «El Niño» agitou os ventos ofensivo dos Blues. Mais agressivo, o Chelsea somou oportunidades, entre os remates de Oscar e o tiro de Schurlle, à barra (mas em fora-de-jogo).
Mas o Manchester também mostrou ter boas soluções para a reta final do embate. Ashley Young deu sangue novo ao flanco e pôs o lado esquerdo da defesa do Chelsea em polvorosa.
Com este empate, fica fechada a segunda jornada da Premier League. O Chelsea é primeiro, com sete pontos, mas já três jogos. O Manchester soma quatro pontos em duas jornadas.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Ivanovic oferece triunfo a Mourinho frente ao Villa
O herói do Chelsea, vilão do Benfica, em Amesterdão teve de aparecer para resolver um jogo polémico com o Aston Villa e deixar os londrinos sozinhos na liderança da Premier League.
Os blues entraram bem, mas trocaram muito cedo as chuteiras pelos sapatos de gala. Viveram demasiado tempo de um rendimento mínimo, deixaram-se empatar em cima do descanso real e só um decisivo Cech a segurar e Ivanovic a marcar deram o triunfo aos londrinos. A ida ao banco de Mourinho também foi boa, ainda que demorada.
Duas trocas
O treinador português fez duas mudanças em relação ao onze que encantou meia-hora frente ao Hull. Saíram De Bruyne e Torres, entraram Mata e Demba Ba. Ora, quando Hazard apareceu na área depois de um bom passe de Lampard para Óscar e um excelente do brasileiro para o belga pressentiu-se o golo. Luna acabaria por introduzir a bola na própria baliza, depois de Hazard rematar e Guzan defender contra o colega.
Aos seis minutos, a ideia era que o Chelsea ia decidir tudo outra vez cedo. Mas o Aston Villa percebeu a dinâmica londrina, tapou Mata, Óscar e Hazard e deixou Demba Ba em fora de jogo. A jogada mais vista do ex-Newcastle foi ser apanhado entre a defesa do Villa e o guarda-redes. Em posição irregular, portanto.
Ora, com os três médio-ofensivos «ocupados» com adversários e sem Lampard e Ramires arriscarem passar a linha de pressão que tinham à frente, Ba era preciso maior apoio quer de Ivanovic, quer de Cole, mas também de Ba. O sérvio ainda deu algum à direita, mas tanto o lateral como o avançado nunca o fizeram.
Assim, o Aston Villa começou a rondar a área do Chelsea. Não causava grande perigo, mas os londrinos também não tinham precisado de muito para marcar. Um remate de Óscar tinha sido a meia-ocasião do encontro desde o 1-0, até que Agbonlahor cruzou da esquerda e Benteke isolou-se na lista de melhores marcadores: recebeu com o pé direito, bateu de pé esquerdo e empatou. Ao minuto 45.
Lukaku e Schürrle trazem evolução
Mourinho preferiu não mexer, mas Demba Ba continuava a ser nulo no ataque e aos 62 minutos Agbonlahor dizia ao treinador português que era melhor fazer alguma coisa, com um remate em arco que passou perto da baliza. Um minuto depois, Mourinho já tinha a certeza de que tinha de mexer na equipa, com Weimann a atirar ao segundo poste para uma defesa decisiva de Cech.
Mata e Ba deixaram o campo e assim que Schürrle e Lukaku pisaram a relva o Chelsea melhorou. O alemão entrou determinado a rematar, enquanto o avançado era aquilo que os que médios precisavam: uma referência na frente, para tabelar e entrar na área.
Ainda assim, foi num livre que o Chelsea chegou à vitória. O defesa goleador dos londrinos partiu de posição irregular, mas não perdoou quando a bola ficou a jeito de um cabeceamento. Ivanovic deixava o Chelsea na frente, mas não o deixou descansado, até porque esteve muito próximo de ser expulso por lance com Benteke.
Ainda que Lukaku tivesse o 3-1 nos pés - o belga foi a léguas melhor do que Ba - o Aston Villa deu ideia de que não vai ser uma equipa a lutar pela fuga aos últimos lugares como na época passada. Atacou a baliza de Cech que ainda evitou o 2-2 com uma defesa com os pés. E «atacou» o árbitro também, por não ter dado um penalty por mão de Terry.
Mourinho viveu o momento tenso com um gesto para o treinador contrário. Paul Lambert reclamou penalty, o português disse-lhe que não e depois do apito final saiu disparado para o balneário. O «happy one» sofreu mais do que se esperava, mas isto é a Premier League. E como tal, o próximo jogo é gigante para o Chelsea: vai a Old Trafford segunda-feira, casa do campeão Manchester Utd.
Chelsea: Cech; Ivanovic, Cahill, Terry e Cole; Ramires e Lampard; Mata (Schürrle, 66), Oscar (Van Ginkel, 84) e Hazard; Demba Ba (Lukaku, 66).
Aston Villa: Guzan; Lowton, Vlaar, Clark (Okore, 43) e Luna; El Ahmadi (Tonev, 82), Westwood e Delph; Weimann, Benteke Agbonlahor.
Os blues entraram bem, mas trocaram muito cedo as chuteiras pelos sapatos de gala. Viveram demasiado tempo de um rendimento mínimo, deixaram-se empatar em cima do descanso real e só um decisivo Cech a segurar e Ivanovic a marcar deram o triunfo aos londrinos. A ida ao banco de Mourinho também foi boa, ainda que demorada.
Duas trocas
O treinador português fez duas mudanças em relação ao onze que encantou meia-hora frente ao Hull. Saíram De Bruyne e Torres, entraram Mata e Demba Ba. Ora, quando Hazard apareceu na área depois de um bom passe de Lampard para Óscar e um excelente do brasileiro para o belga pressentiu-se o golo. Luna acabaria por introduzir a bola na própria baliza, depois de Hazard rematar e Guzan defender contra o colega.
Aos seis minutos, a ideia era que o Chelsea ia decidir tudo outra vez cedo. Mas o Aston Villa percebeu a dinâmica londrina, tapou Mata, Óscar e Hazard e deixou Demba Ba em fora de jogo. A jogada mais vista do ex-Newcastle foi ser apanhado entre a defesa do Villa e o guarda-redes. Em posição irregular, portanto.
Ora, com os três médio-ofensivos «ocupados» com adversários e sem Lampard e Ramires arriscarem passar a linha de pressão que tinham à frente, Ba era preciso maior apoio quer de Ivanovic, quer de Cole, mas também de Ba. O sérvio ainda deu algum à direita, mas tanto o lateral como o avançado nunca o fizeram.
Assim, o Aston Villa começou a rondar a área do Chelsea. Não causava grande perigo, mas os londrinos também não tinham precisado de muito para marcar. Um remate de Óscar tinha sido a meia-ocasião do encontro desde o 1-0, até que Agbonlahor cruzou da esquerda e Benteke isolou-se na lista de melhores marcadores: recebeu com o pé direito, bateu de pé esquerdo e empatou. Ao minuto 45.
Lukaku e Schürrle trazem evolução
Mourinho preferiu não mexer, mas Demba Ba continuava a ser nulo no ataque e aos 62 minutos Agbonlahor dizia ao treinador português que era melhor fazer alguma coisa, com um remate em arco que passou perto da baliza. Um minuto depois, Mourinho já tinha a certeza de que tinha de mexer na equipa, com Weimann a atirar ao segundo poste para uma defesa decisiva de Cech.
Mata e Ba deixaram o campo e assim que Schürrle e Lukaku pisaram a relva o Chelsea melhorou. O alemão entrou determinado a rematar, enquanto o avançado era aquilo que os que médios precisavam: uma referência na frente, para tabelar e entrar na área.
Ainda assim, foi num livre que o Chelsea chegou à vitória. O defesa goleador dos londrinos partiu de posição irregular, mas não perdoou quando a bola ficou a jeito de um cabeceamento. Ivanovic deixava o Chelsea na frente, mas não o deixou descansado, até porque esteve muito próximo de ser expulso por lance com Benteke.
Ainda que Lukaku tivesse o 3-1 nos pés - o belga foi a léguas melhor do que Ba - o Aston Villa deu ideia de que não vai ser uma equipa a lutar pela fuga aos últimos lugares como na época passada. Atacou a baliza de Cech que ainda evitou o 2-2 com uma defesa com os pés. E «atacou» o árbitro também, por não ter dado um penalty por mão de Terry.
Mourinho viveu o momento tenso com um gesto para o treinador contrário. Paul Lambert reclamou penalty, o português disse-lhe que não e depois do apito final saiu disparado para o balneário. O «happy one» sofreu mais do que se esperava, mas isto é a Premier League. E como tal, o próximo jogo é gigante para o Chelsea: vai a Old Trafford segunda-feira, casa do campeão Manchester Utd.
Chelsea: Cech; Ivanovic, Cahill, Terry e Cole; Ramires e Lampard; Mata (Schürrle, 66), Oscar (Van Ginkel, 84) e Hazard; Demba Ba (Lukaku, 66).
Aston Villa: Guzan; Lowton, Vlaar, Clark (Okore, 43) e Luna; El Ahmadi (Tonev, 82), Westwood e Delph; Weimann, Benteke Agbonlahor.
domingo, 18 de agosto de 2013
Oscar e Lampard oferecem vitória ao Chelsea por 2-0
Uma entrada a todo o gás, permitiu a José Mourinho assinar um regresso em bom estilo à Premier League e a Stamford Bridge. Na primeira partida oficial do Chelsea nesta temporada, os «blues» venceram tranquilamente o Hull, por 2-0. E deram-se mesmo ao luxo de desperdiçar uma grande penalidade, logo aos 6 minutos.
No primeiro onze oficial da temporada, o técnico português escolheu o espanhol Fernando Torres como referência no ataque, enquadrado por um trio de respeito: De Bruyne, Oscar e Hazard, com o duo Ramires e Lampard para dar consistência ao meio-campo.
Mourinho teve direito à primeira grande ovação da tarde, quando ocupou o seu lugar no banco, e teve de conter as emoções por momentos. Depois, começou o jogo e tudo voltou ao normal.
O domínio dos visitados nasceu no pontapé de saída, e não demorou muito a ter tradução: aos 6 minutos, Torres foi derrubado na área pelo guarda-redes McGregor, que corrigiu o erro, detendo o penalty de Lampard com um bom mergulho para o seu lado direito. Mas aos 13 minutos o Chelsea marcou mesmo, após uma vistosa combinação entre o brasileiro Oscar e o belga De Bruyne, concluída pelo primeiro, com um toque rasteiro sob o corpo do guarda-redes.
McGregor continuou a ser figura pelo tempo fora, adiando o segundo golo do Chelsea, num jogo de sentido único. Mas acabou por ficar mal na fotografia aos 26 minutos, sendo surpreendido por um livre de Lampard, a quase 30 metros da baliza.
A partir daí, o vendaval ofensivo do Chelsea perdeu intensidade, sem que alguma vez a equipa londrina parecesse em risco de perder o controlo das operações. Durante toda a segunda parte, a festa prosseguiu nas bancadas, mas com menos motivos de entusiasmo no relvado. Mourinho aproveitou a acalmia e a evidente superioridade da sua equipa para dar minutos a três das caras novas com que vai contar para a nova época: Schürrle, Lukaku e Van Ginkel. Mas as maiores dificuldades ainda estão para chegar.
Eis as equipas oficiais, no jogo do regresso de Mourinho à Premier League e a Stamford Bridge.
CHELSEA: Cech; Ivanovic, Cahill, John Terry, Cole; Ramires, Lampard; De Bruyne (Schürrle, 67), Oscar (Van Ginkel, 84), Hazard; Torres (Lukaku, 75).
Suplentes: Schwarzer, Essien, Van Ginkel, Schurrle, Mata, Ba, Lukaku.
HULL: McGregor, Figueroa, Elmohamady, Chester, Davies, Meyler, Koren, Brady, Aluko, Sagbo, Graham.
Harper, Rosenior, Bruce, Huddlestone, Livermore, McShane, Boyd.
Marcadores: Oscar (13); Lampard (26).
No primeiro onze oficial da temporada, o técnico português escolheu o espanhol Fernando Torres como referência no ataque, enquadrado por um trio de respeito: De Bruyne, Oscar e Hazard, com o duo Ramires e Lampard para dar consistência ao meio-campo.
Mourinho teve direito à primeira grande ovação da tarde, quando ocupou o seu lugar no banco, e teve de conter as emoções por momentos. Depois, começou o jogo e tudo voltou ao normal.
O domínio dos visitados nasceu no pontapé de saída, e não demorou muito a ter tradução: aos 6 minutos, Torres foi derrubado na área pelo guarda-redes McGregor, que corrigiu o erro, detendo o penalty de Lampard com um bom mergulho para o seu lado direito. Mas aos 13 minutos o Chelsea marcou mesmo, após uma vistosa combinação entre o brasileiro Oscar e o belga De Bruyne, concluída pelo primeiro, com um toque rasteiro sob o corpo do guarda-redes.
McGregor continuou a ser figura pelo tempo fora, adiando o segundo golo do Chelsea, num jogo de sentido único. Mas acabou por ficar mal na fotografia aos 26 minutos, sendo surpreendido por um livre de Lampard, a quase 30 metros da baliza.
A partir daí, o vendaval ofensivo do Chelsea perdeu intensidade, sem que alguma vez a equipa londrina parecesse em risco de perder o controlo das operações. Durante toda a segunda parte, a festa prosseguiu nas bancadas, mas com menos motivos de entusiasmo no relvado. Mourinho aproveitou a acalmia e a evidente superioridade da sua equipa para dar minutos a três das caras novas com que vai contar para a nova época: Schürrle, Lukaku e Van Ginkel. Mas as maiores dificuldades ainda estão para chegar.
Eis as equipas oficiais, no jogo do regresso de Mourinho à Premier League e a Stamford Bridge.
CHELSEA: Cech; Ivanovic, Cahill, John Terry, Cole; Ramires, Lampard; De Bruyne (Schürrle, 67), Oscar (Van Ginkel, 84), Hazard; Torres (Lukaku, 75).
Suplentes: Schwarzer, Essien, Van Ginkel, Schurrle, Mata, Ba, Lukaku.
HULL: McGregor, Figueroa, Elmohamady, Chester, Davies, Meyler, Koren, Brady, Aluko, Sagbo, Graham.
Harper, Rosenior, Bruce, Huddlestone, Livermore, McShane, Boyd.
Marcadores: Oscar (13); Lampard (26).
domingo, 11 de agosto de 2013
Chelsea vence apesar de erro do guarda-redes
O Chelsea fechou da melhor maneira os jogos de pré-temporada: com uma vitória. Mas não se pense que foi fácil. Os blues, comandados por José Mourinho viram Erik Lamela aproveitar uma "calinada" do quarentão Mark Schwarzer e fazer o 1-0 aos 21 minutos.
Só 40 minutos mais tarde, Frank Lampard operaria parte da reviravolta em Washington para depois ver o colega Romelu Lukaku fazer o golo da vitória, em cima da hora, aos 89, e trazer o Chelsea de volta aos triunfos depois da derrota categórica frente ao Real Madrid (3-1).
A formação londrina voltará agora a jogar mas já para Premier League. O primeiro jogo dos comandados do técnico José Mourinho será frente ao Hull City em Stamford Bridge, no dia 18.
Onzes iniciais:
Chelsea
Schwarzer; Azpilicueta, David Luiz, John Terry, Bertrand; Essien, Mikel; Moses, De Bruyne, Schurrle e Torres.
Roma
De Sanctis; Maicon, Benatia, Castan, Balzaretti; Bradley, Strootman, Florenzi; Lamela, Osvaldo e Totti.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Chelsea: Mourinho bate antiga equipa
O Chelsea venceu o Inter em Indianápolis no primeiro jogo que realiza nos Estados Unidos. Um golaço de Oscar e um penalty de Hazard garantiram a vitória para os londrinos. José Mourinho defrontou a antiga equipa, mas neste Inter que se apresentou no Lucas Oil Field já nem uma ideia há dos tempos de Il Speciale.
Os blues apresentaram-se com Van Ginkel no meio-campo e o holandês deu boas indicações ao lado de Ramires. Ainda assim, o mais influente do primeiro tempo surgiu na direita.
Victor Moses foi sempre um trabalhador frente ao Inter e o transportador da bola que permitiu a Oscar marcar um grande golo. Depois de passe de Moses, o brasileiro demonstrou toda a classe e fez o 1-0.
Aliás, a jogada é perfeita. Leitura de jogo e compensação de Vam Ginkel. Bola recuperada e passe para Moses que parte numa transição rápida. Bola para o homem livre e definição sublime de Oscar.
O 2-0 chegou aos 29 minutos. Moses rompeu pela defesa do Inter de novo, mas foi travado em falta. O juiz assinalou penalty, devia ter marcado livre a favor do Chelsea. Hazard fez o resultado final.
Ainda havia coisas para contar. Enquanto Mourinho acenava aos adeptos que entoavam o nome do técnico, o Inter mostrava grandes dificuldades na troca de bola, apesar de Guarín remar contra a maré. Refira-se que o colombiano até podia ter aberto o marcador, mas um remate de primeira tinha saído ao lado na etapa inicial.
Os italianos tinham refilado muito no penalty, mas não tiveram razões de queixa quando Campagnaro foi expulso. A entrada sobre Terry é para expulsão porque nem mesmo num particular se pode perdoar tamanha agressividade.
Mourinho rodou jogadores e usou toda a gente. Ou seja, David Luiz cumpriu os primeiros minutos com o treinador português e o mesmo aconteceu com Fernando Torres. O Chelsea liderou até final, mas não aumentou o resultado.
Assim, o maior problema de Mourinho neste jogo foi dissipar dúvidas para um onze, com tanta gente a merecer nota alta. Mas para já, começou com este, que lhe valeu a quarta vitória em quatro jogos:
Chelsea: Cech; Ivanovic, Cahill, Terry e Cole; Van Ginkel e Ramires; Moses, Oscar e Hazard; Lukaku
Jogaram ainda:.Schwarzer, Azpilicueta, David Luiz, Bertrand, Essien, Mikel, Mata, Ba e Torres
Os blues apresentaram-se com Van Ginkel no meio-campo e o holandês deu boas indicações ao lado de Ramires. Ainda assim, o mais influente do primeiro tempo surgiu na direita.
Victor Moses foi sempre um trabalhador frente ao Inter e o transportador da bola que permitiu a Oscar marcar um grande golo. Depois de passe de Moses, o brasileiro demonstrou toda a classe e fez o 1-0.
Aliás, a jogada é perfeita. Leitura de jogo e compensação de Vam Ginkel. Bola recuperada e passe para Moses que parte numa transição rápida. Bola para o homem livre e definição sublime de Oscar.
O 2-0 chegou aos 29 minutos. Moses rompeu pela defesa do Inter de novo, mas foi travado em falta. O juiz assinalou penalty, devia ter marcado livre a favor do Chelsea. Hazard fez o resultado final.
Ainda havia coisas para contar. Enquanto Mourinho acenava aos adeptos que entoavam o nome do técnico, o Inter mostrava grandes dificuldades na troca de bola, apesar de Guarín remar contra a maré. Refira-se que o colombiano até podia ter aberto o marcador, mas um remate de primeira tinha saído ao lado na etapa inicial.
Os italianos tinham refilado muito no penalty, mas não tiveram razões de queixa quando Campagnaro foi expulso. A entrada sobre Terry é para expulsão porque nem mesmo num particular se pode perdoar tamanha agressividade.
Mourinho rodou jogadores e usou toda a gente. Ou seja, David Luiz cumpriu os primeiros minutos com o treinador português e o mesmo aconteceu com Fernando Torres. O Chelsea liderou até final, mas não aumentou o resultado.
Assim, o maior problema de Mourinho neste jogo foi dissipar dúvidas para um onze, com tanta gente a merecer nota alta. Mas para já, começou com este, que lhe valeu a quarta vitória em quatro jogos:
Chelsea: Cech; Ivanovic, Cahill, Terry e Cole; Van Ginkel e Ramires; Moses, Oscar e Hazard; Lukaku
Jogaram ainda:.Schwarzer, Azpilicueta, David Luiz, Bertrand, Essien, Mikel, Mata, Ba e Torres
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Hilário soma 39 jogos em... sete épocas no Chelsea
O Chelsea anunciou nesta quinta-feira que Hilário assinou novo contrato com o clube, válido por um ano. O guarda-redes tinha terminado contrato no final de junho, mas o seu nome apareceu esta semana na lista de jogadores convocados para a digressão aos Estados Unidos.
Agora, o clube formalizou o novo vínculo, acrescentando que Hilário será um dos quatro guarda-redes às ordens de José Mourinho, ao lado de Petr Cech, Mark Schwarzer e Jamal Blackman.
Aos 37 anos, Hilário é assim, por agora, o único português no plantel do Chelsea e fará mais uma temporada, ele que chegou em maio de 2006, precisamente com Mourinho como treinador. Ao longo destes anos fez 39 jogos pelo Chelsea.
Ao site do clube, Hilário congratulou-se com o novo contrato. «É muito bom assinar contrato por mais um ano com o clube, estou muito orgulhoso», afirma: «Estou muito feliz por fazer parte desta grande equipa e ansioso por voltar a trabalhar com José Mourinho.»
Agora, o clube formalizou o novo vínculo, acrescentando que Hilário será um dos quatro guarda-redes às ordens de José Mourinho, ao lado de Petr Cech, Mark Schwarzer e Jamal Blackman.
Aos 37 anos, Hilário é assim, por agora, o único português no plantel do Chelsea e fará mais uma temporada, ele que chegou em maio de 2006, precisamente com Mourinho como treinador. Ao longo destes anos fez 39 jogos pelo Chelsea.
Ao site do clube, Hilário congratulou-se com o novo contrato. «É muito bom assinar contrato por mais um ano com o clube, estou muito orgulhoso», afirma: «Estou muito feliz por fazer parte desta grande equipa e ansioso por voltar a trabalhar com José Mourinho.»
domingo, 21 de julho de 2013
CHELSEA GOLEIA UMA SELEÇÃO DA MALÁSIA POR 4-1
José Mourinho somou a segunda vitória em outros tantos jogos no regresso ao Chelsea aplicando desta uma vez uma goleada a uma seleção dos melhores jogadores da Liga da Malásia (4-1). Os golos foram da autoria de Bertrand Traoré, Kevin De Bruyne – que se lesionou quando fez o 2-0 e foi obrigado a sair de maca por ter colocado mal o pé direito no chão, havendo a sensação de ter sofrido uma entorse no tornozelo – Lukaku – que já havia feito, de penálti, o golo que garantira o triunfo no primeiro teste – e ainda de Moses.
Nos instantes finais da partida, os blues sofreram o primeiro golo da segunda era de Mourinho, com Fadhli Sahs a cabecear na pequena área após defesa para a frente de Petr Cech na sequência de um livre.
A formação da Malásia ainda esteve perto do 4-2, mas Ashley Cole evitou o golo certo quase em cima da linha de baliza. O próximo particular do Chelsea está marcado para quinta-feira, frente ao Indonesia All Stars.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Chelsea contrata Schwarzer
O Chelsea anunciou a contratação de Mark Schwarzer, nesta terça-feira.
O guarda-redes australiano tinha terminado contrato com o Fulham e, agora, assinou por uma época com a equipa de José Mourinho.
Schwarzer tem 40 anos e é o primeiro jogador fora do Reino Unido e Irlanda a chegar aos 500 jogos na Premier League. Antes do Chelsea, em Inglaterra jogou no Fulham, Middlesbrough e Bradford City.
O guarda-redes australiano tinha terminado contrato com o Fulham e, agora, assinou por uma época com a equipa de José Mourinho.
Schwarzer tem 40 anos e é o primeiro jogador fora do Reino Unido e Irlanda a chegar aos 500 jogos na Premier League. Antes do Chelsea, em Inglaterra jogou no Fulham, Middlesbrough e Bradford City.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Mourinho orienta primeiro treino no Chelsea
O técnico português José Mourinho dirigiu esta segunda-feira o primeiro treino desde que regressou ao Chelsea, durante o defeso futebolístico, tendo começado os trabalhos com uma palestra coletiva.
Depois dos tradicionais testes médicos e antes da labuta sob calor intenso, os jogadores ouviram um discurso do treinador luso, que já contou com os reforços Andre Schurrle (ex-Bayer Leverkusen), Marco van Ginkel (ex-Vitesse) e Wallace Santos (ex-Fluminense).
No entanto, Mourinho ainda não tem o plantel completo e às ordens, nomeadamente os brasileiros David Luiz e Óscar, que, como outros, se mantêm em férias, após a disputa da Taça das Confederações, que terminou na semana passada.
O Chelsea parte na quinta-feira para uma digressão por vários países da Ásia.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Mourinho assinou por quatro épocas pelo Chelsea
A Imprensa inglesa revelou que o treinador português José Mourinho (Real Madrid) já assinou um contrato de quatro temporadas pelo Chelsea.
De acordo com o jornal inglês The Sun, o Chelsea irá pagar a José Mourinho cerca de 47 milhões de euros por quatro anos de contrato.
A transferência só será oficializada depois do jogo entre o Real Madrid e o Osasuna, ou seja, apenas para a próxima semana.
Depois de três anos no comando do colosso de Madrid, Mourinho, de 50 anos, irá assim regressar a Stamford Bridge.
De acordo com o jornal inglês The Sun, o Chelsea irá pagar a José Mourinho cerca de 47 milhões de euros por quatro anos de contrato.
A transferência só será oficializada depois do jogo entre o Real Madrid e o Osasuna, ou seja, apenas para a próxima semana.
Depois de três anos no comando do colosso de Madrid, Mourinho, de 50 anos, irá assim regressar a Stamford Bridge.
Subscrever:
Mensagens (Atom)













.jpg)
