quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Voluntárias da Cruz Vermelha sensuais em calendário

As socorristas da Cruz Vermelha de Vilela já eram solidárias - a maior parte do trabalho na instituição é feito por voluntários. Agora, decidiram ser sedutoras. 

Deixarem-se fotografar em poses sensuais e ousadas - e juntarem o resultado num calendário, para vender, foi a forma que arranjam de resolver um problema urgente: a falta de dinheiro para concluir obras na delegação regional da instituição. 

"Estas obras são fundamentais para criar um espaço mais agradável, funcional e com melhores condições para o atendimento com qualidade à nossa população"

A renovação do espaço também é importante, entendem, para captar o interesse de novos possíveis voluntários: "A maior parte do trabalho desta instituição só é possível graças aos voluntários que oferecem o seu tempo e capacidades para ajudar as pessoas mais vulneráveis sem receber qualquer remuneração para o efeito", acrescentaram. 

Os calendários custam 5 euros e vão estar à venda em breve. 





Os 25 anos da nossa outra família

Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie apaixonaram o mundo: 150 milhões de espectadores, 116 prémios e um império de 10 mil milhões de euros. A série de animação de maior sucesso de sempre chegou à TV há 25 anos. É caso para dizer... d"oh!
Volta e meia, lá se ouve na gíria popular: "Já viste se todos gostássemos de amarelo?" Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie parecem ser a exceção à regra. A família mais popular da TV, e certamente a de maior sucesso, que se estreou em formato próprio há um quarto de século no ecrã, celebrados na próxima quarta-feira, tem mostrado, ao longo de 26 temporadas e mais de 500 episódios, que é um fenómeno que resiste a modas e ao tempo. Os Simpsons, exibido por cá na Fox, souberam adaptar-se ao século XXI e prometem ter vindo para ficar, mostrando ser uma força da natureza à prova de bala junto do público e da crítica.
E não tardou até que o formato criado em 1989 por Matt Groening, atualmente a série norte-americana há mais tempo no ativo, se tenha tornado, inevitavelmente, também num negócio com dimensões raramente alcançadas por um produto televisivo. E que negócio!
A extensa e criativa linha de merchandising associada a esta marca - onde existe de tudo, desde as mais variadas peças de roupa a acessórios, canecas, aventais, jogos de mesa, bonecos, peluches, livros de banda desenhada, CD com bandas sonoras, videojogos, lancheiras, etc. -, já rendeu a estonteante quantia de cerca de quatro mil milhões de euros, aos quais se somam outras dezenas de milhões na venda de DVD, tanto das 25 temporadas como do filme de 2007. Este último, só nas bilheteiras globais, arrecadou cerca de 400 milhões de euros.
Feitas as contas, e juntando-se a este valor o lucro arrecadado pelos anúncios de publicidade e pelas constantes repetições de temporadas anteriores pelos quatro cantos do mundo, o império de Os Simpsons já chega aos 10 mil milhões de euros.
Um êxito que leva o núcleo principal de atores que emprestam as vozes às personagens de Springfield a ganhar, atualmente, 240 mil euros por episódio, o que os coloca no mesmo patamar de grandes estrelas da TV como Ellen Pompeo e Patrick Dempsey (Anatomia de Grey) ou Sofia Vergara (Uma Família Muito Moderna) e acima de outras como Claire Danes (Segurança Nacional).
150 milhões rendidos à família amarela
Nos EUA, a série de Matt Groening atingiu picos de audiência que passaram os 33 milhões de espectadores por episódio, chegando a ser o programa número 1 da TV naquele país. Atualmente, estima-se que as aventuras de Homer, Marge e companhia sejam vistas, todas as semanas, por cerca de 150 milhões de seguidores, tendo conseguido a comercialização para um mercado de mais de 200 países.
E nem só de anónimos se alimenta este fenómeno. A verdade é que, desde o primeiro momento, todos querem fazer parte da história de Os Simpsons. Pelo menos 400 figuras de renome mundial já contracenaram com a família amarela. De Cristiano Ronaldo a Barack Obama, passando por Jay Leno, U2, Helen Hunt, Gillian Anderson e David Duchovny, Larry King, Oprah Winfrey ou Smashing Pumpkins não resistiram e foram até Springfield. Mas, ao longo destes 25 anos, também houve quem tivesse recusado a participação na série, como Tom Cruise, Bruce Springsteen ou Michael Caine.
No que toca a prémios, a família mais famosa do mundo da animação também está de parabéns: já acumulou um impressionante total de 116 prémios de TV, entre eles 31 galardões Emmy e 30 prémios Annie, considerados os Óscares da animação no pequeno ecrã.
Indiscutivelmente um dos formatos de maior sucesso e popularidade de sempre, a revista Time elegeu-a, em 1999, "a melhor série de televisão do século XX". Poucos meses depois, outro grande reconhecimento: Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie receberam a sua própria estrela do Passeio da Fama, em Hollywood. Já em 2010, Os Simpsons foi considerada a maior marca televisiva de todos os tempos, num estudo da Brand Licensing Europe, que ouviu a opinião de quase 500 peritos em negócios de marcas. Neste estudo, a família amarela conseguiu ficar à frente de nomes icónicos da história da TV como Rua Sésamo e Looney Tunes.
E não é por menos: na década de 1990, a popularidade em torno desta série era tal que The Sunday Timese outros jornais internacionais dedicavam páginas de reportagem à bartmania, nascida do carinho dos mais novos (e não só!) pelo divertido Bart.
"Facilmente a melhor, mais inteligente e irreverente série deste ano. Uma rara confluência entre argumento, visuais e vozes encantadoras", escrevia Howard Rosenberg, do Los Angeles Times, aquando da estreia da série, em 1989.
"Existe uma linha ténue entre ser-se inteligentemente hilariante e objetivamente parvo. Os Simpsons têm mostrado, de forma exemplar, a capacidade para se manterem no lado certo desta equação, na maioria das vezes", acrescentava, por outro lado, John J. O"Connor, crítico do The New York Times.
Springfield: A cidade mais disputada em todo o mundo
Um dos reflexos do sucesso de Os Simpsons foi a guerra que se gerou em torno da cidade fictícia onde decorrem as aventuras desta família. Fictícia, porque as suas paisagens são animadas. Na verdade, Springfield "existe" no mundo real. Se quisermos ser mais específicos, existem 121 localidades com esse nome espalhadas por 35 estados norte-americanos. Por isso, não é de estranhar que todos os habitantes dessas 121 Springfield tivessem "guerreado" entre si, durante anos e anos, para que a sua cidade fosse a que lhes entra em casa desde 1989. E lutaram até 2012, ano em que Matt Groening revelou que aquela cidade fictícia corresponde à que se situa em Oregon, na costa oeste dos EUA.
"Percebi que é um dos nomes de cidade mais comuns nos Estados Unidos. Antevendo o sucesso do programa, pensei que iria ser engraçado ter tantas pessoas a pensar que essa seria a sua Springfield. E pensam mesmo", explicou o cartoonista em entrevista à edição de maio de 2012 da revista Smithsonian, acrescentando ainda que a Springfield "amarela" é também inspirada na popular série de TV dos anos de 1950 Father Knows Best, igualmente passada numa localidade homónima. O criador justificou ainda que foi em Oregon que passou a sua infância e, por isso, até a morada de Os Simpsons - Evergreen Terrace, 632 - corresponde à que tinha quando era criança.
Governada por um presidente de câmara corrupto - o democrata Joe Quimby, que chegou a admitir usar dinheiros públicos para pagar aos assassinos dos seus inimigos -, em Springfield é permitido o jogo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a pesca com dinamite. E se a série bateu já todos os recordes em termos de duração, podemos dizer que o "mito da cidade de Springfield", escondido durante 23 anos, foi um dos segredos mais bem guardados da história da televisão.
Como o genérico (não) mudou ao longo dos anos
O genérico da série de animação costuma ser tão famoso - ou polémico - como o episódio que lhe sucede. A maioria começa com a câmara a passar do título da série para a cidade de Springfield, seguindo depois os membros da família a caminho de casa, onde os Simpsons se sentam no sofá para ver televisão. É assim desde o segundo episódio da primeira temporada.
Criado por David Silverman e acompanhado pela música da autoria de Danny Elfman, o genérico inclui três mudanças de episódio para episódio: Bart escreve frases diferentes no quadro da escola (ver caixa na página 11), Lisa toca diferentes solos no seu saxofone e as piadas que acompanham a família a entrar na sala para se sentar no sofá também variam.
Ao longo deste quarto de século, as mudanças foram poucas. A mais percetível aconteceu a 15 de fevereiro de 2009, quando a série passou a ser emitida em alta definição. Os criadores basearam-se no original e mantiveram as suas características, mas atualizaram a sequência para o século XXI (como o televisor que aparece na sala dos Simpsons). Na altura, Matt Groening chamou a mudança de "complicada".

Shark tank: 'Tubarões' investem com capitais próprios

Os elementos do júri do programa Shark Tank Portugal vão investir nos projetos candidatos com capitais próprios, sem recorrer ao apoio financeiro de qualquer instituição bancária. As candidaturas para a estreia do programa estão a decorrer até dia 22 de Dezembro.

Os eventuais investimentos realizados pelos “tubarões” serão de sua própria conta e risco, contando para tal apenas com os capitais próprios que apresentaram à produção do programa aquando da sua selecção, informa a produção do programa num comunicado enviado ao Boas Notícias.

“Não faria sentido ser de outra forma”, salienta Mário Ferreira, um dos potenciais investidores que avaliará as propostas dos empreendedores portugueses. “O Shark Tank é um programa onde o empreendedorismo é o foco central, sendo o objectivo do mesmo que as pessoas apresentem ideias aos investidores de forma a convencê-los a investir nas mesmas com o seu dinheiro, e não com o dinheiro dos bancos”.
 
O programa, que segue o modelo de grande sucesso a nível mundial, tem ajudado a lançar vários produtos e serviços através da possibilidade de permitir aos empreendedores apresentarem as suas ideias de negócio a um painel de investidores que, ao longo da sua carreira, se destacaram nas suas áreas precisamente pelo carácter empreendedor das suas iniciativas empresariais.

“Analisar investimentos arriscando o dinheiro de outros é tão fácil como jogar monopólio. Aqui cada um de nós terá de fazer a sua avaliação e perceber se cada ideia que nos apresentam é séria e tem potencial, porque não há margem para erros: se falharmos, é o nosso dinheiro que voa!”, concluiu o empresário, que detém várias empresas de sucesso na área do turismo.

Os empreendedores que quiserem participar terão de fazer uma apresentação curta de vendas, o 'pitch', através de um vídeo de cinco minutos, essencial na passagem à fase seguinte, "o momento do 'Tudo ou Nada!'.

sábado, 24 de maio de 2014

Miami Ink. Ami James no Rock in Rio

É um dos tatuadores mais conhecidos do mundo e vem a Portugal pela primeira vez, para o segundo fim de semana do Rock in Rio Lisboa. Ami James, que foi projetado pelo reality show Miami Ink, vem ao festival como convidado especial da EDP - que se estreia como patrocinadora oficial nesta edição.
Conhecido pela sua irreverência, o tatuador nascido em Israel estará em Lisboa entre 29 de maio e 1 de junho. Os fãs de Ami James poderão conhecê-lo e tirar fotos nos vários "meet & greet" que decorrerão nos espaços EDP.
A elétrica justiifca a escolha do artista como parte dos seu "conceito disruptivo e inovador" para marcar a diferença nesta 6ª edição do Rock in Rio Lisboa. "A aproximação a um público jovem e citadino, atento às novidades e desafios constantes de um mundo global e sempre em mudança, é a prioridade e o fio condutor da estratégia da empresa", diz a EDP, em comunicado.
Haverá a possibilidade de ser tatuado por Ami James, como parte desta iniciativa no Rock in Rio. O festival começa a 25 de maio, domingo, e é retomado na quinta-feira, 29 de maio, decorrendo até 1 de junho no Parque da Bela Vista. The Rolling Stones, Linkin Park, Queens of the Stone Age, Arcade Fire, Lorde, Ed Sheeran e Justin Timberlake são os nomes fortes desta edição.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Windows XP acaba hoje: o que significa para o seu computador

Treze anos depois do seu lançamento, o Windows XP vai finalmente deixar de receber suporte da Microsoft. O apagão foi marcado para 8 de abril e a empresa está preocupada com o número de utilizadores que ainda não migraram para uma versão mais recente.
O insucesso do Windows Vista, que em 2007 levou muitas pessoas a fazerem 'downgrade' de volta para o XP, acabou por criar toda uma geração de computadores que nunca fizeram a migração para os sistemas que seguiram – nem Vista, new 7, nem 8.
A Microsoft avisa que quem não fizer a migração vai incorrer em riscos mais ou menos graves, nomeadamente com a segurança dos dados e os custos de manutenção. Aqui está uma lista de pontos a ter em conta sobre o fim do suporte e o que isso implica.
O que significa o fim do suporte?
Que a Microsoft não vai lançar updates para correção de vulnerabilidades, de bugs nem novas funcionalidades. Quem não fizer a migração do Windows XP para um mais recente ficará exposto a riscos de segurança, conformidade e limitações tecnológicas.
É preciso mudar de computador?
Provavelmente não. A não ser que ainda use o mesmo computador que comprou em 2001 [e se funciona, parabéns, porque tem aí uma bela máquina] o seu PC só tem de ter 1GHz de processador, 1 giga de memória RAM e 16 gigas de espaço livre no disco. São os requisitos mínimos para executar o Windows 8.1, a versão mais recente, e qualquer computador comprado nos últimos sete anos aguenta a mudança.
Há riscos na migração?
Não. Nem é preciso grande conhecimento para fazer a migração de XP para um sistema mais recente. No entanto, no caso das empresas, a Microsoft aconselha a que a equipa de informática fale com um parceiro certificado, para ter a certeza que corre tudo bem.

É preciso pagar?
Sim. Os preços vão dos 119,99 euros para o Windows 8.1 normal e 279,99 euros para a versão Profissional. Pode comparar as funcionalidades no site dedicado da Microsoft para o mercado português.

É perigoso continuar a usar XP nos computadores da empresa?
Sim. Não só porque é um software criado antes do iPod, do iTunes e do YouTube, mas porque os riscos de segurança são tremendos. Dado o número de utilizadores que ainda usa o XP, é possível que haja uma onda de exploração de vulnerabilidades por parte dos cibercriminosos. Uma vez que a Microsoft não vai continuar a libertar 'remendos' para os buracos descobertos no software, tornar-se-á praticamente impossível tapá-los. Além disso, está demasiado obsoleto para a forma como a internet e os sistemas de informação evoluíram. A Microsoft está doida para se livrar dele, e só não o fez antes por causa da resistência dos utilizadores. Mas desta feita, é de vez. 

Activista brasileira pendura-se nua de ganchos em protesto contra violência sobre mulheres - AS FOTOS PODEM CHOCAR OS LEITORES MAIS SENSÍVEIS

A activista brasileira Sara Winter, uma das fundadoras do Femen no Brasil, protagonizou este domingo um insólito e violento protesto contra a violência sobre as mulheres.

A activista, agora integrante do movimento feminista Bastardxs, foi suspensa por ganchos nas costas nua e com uma maçã na boca no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo.
Ao seu lado, outra activista, em topless, exibia um cartaz onde se lia «Mulher não é um pedaço de carne».
O protesto surge na sequência de uma sondagem realizada pelo Instituto de Pesquisa Económica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal, que indicava que 26% dos brasileiros concordam inteiramente ou parcialmente com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas".
Inicialmente, o instituto tinha anunciado que eram 65,1% os brasileiros que concordavam com a frase, mas mais tarde corrigiu esse valor para 26%.
Após a divulgação dos resultados da sondagem, a jornalista Nana Queiroz, de Brasília, lançou um protesto chamado "Eu não mereço ser estuprada", que se espalhou pelas redes sociais, com fotos de homens e mulheres reproduzindo a frase em fotos pessoais.






Filha de Bob Geldof encontrada morta em casa

A modelo, jornalista e apresentadora Peaches Geldof, filha do músico Bob Geldof, foi encontrada esta segunda-feira morta na sua casa em Kent.

As causas da morte estão sob investigação, com a polícia, para já, a classificar a morte como «inexplicável e súbita».
Em comunicado, a polícia indica que foi chamada às 13:35 a uma morada perto de Wrotham devido a «informações preocupantes» sobre o estado de uma jovem, que acabou por ser declarada morta pelos serviços de emergência no local.
Peaches Geldof, de 25 anos, era filha de Bob Geldof e da apresentadora de televisão Paula Yates, que morreu de uma overdose em 2000.
Peaches, que era casada com o músico Thomas Cohen, deixa dois filhos: Astala, que fará dois anos a 21 de Abril, e Phaedra, que completa um ano no próximo dia 24.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Genocídio no Ruanda foi há 20 anos

O Ruanda assinala esta segunda-feira, sob o lema "Lembrança, unidade, renascimento", o dia em que começou o massacre que matou 800 mil pessoas, sobretudo de etnia tutsi. 

Nas cerimónias, o Presidente Paul Kagame vai acender uma chama no memorial nacional de Gisozi, em Kigali, dando início a 100 dias de luto nacional, tantos quantos durou o genocídio. 

Mas a data fica marcada por uma querela diplomática. A ministra da Justiça francesa anulou a sua deslocação ao país, depois do Presidente do Ruanda ter acusado a França e a Bélgica, antigas potências coloniais, de terem tido um papel directo na preparação do genocídio. 

Paris, aliado do Governo nacionalista hutu anterior aos acontecimentos de 1994, tem negado repetidas vezes ter sido cúmplice nos acontecimentos.

Tudo começou com um míssil disparado contra o avião que transportava os presidentes do Ruanda e do Burundi. Seguiram-se três meses de uma violência sem precedentes que matou 800 mil pessoas, na sua grande maioria de etnia tutsi, provocando também milhões de refugiados. 

No domingo, o Papa Francisco evocou no Vaticano o 20º aniversário do início do genocídio no Ruanda, apelando à paz no país africano, durante a oração do ângelus. “Vai decorrer amanhã [7 de Abril] no Ruanda a comemoração do 20.º aniversário do começo do genocídio perpetrado contra os tutsi em 1994. Nestas circunstâncias, desejo exprimir a minha paterna vizinhança ao povo ruandês, encorajando-o a prosseguir, com determinação e esperança, o processo de reconciliação que já manifestou os seus frutos e o compromisso de reconstrução humana e espiritual do país”, declarou, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro.

Ronaldo vende mais camisolas que todos os jogadores do Bayern


















Internacional português não tem rival no que toca a venda de camisolas. De acordo com o jornal "Bild", CR7 vende mais que todo o plantel do campeão alemão
1 milhão. Foi este o número de camisolas vendidas desde o início da época com o nome de Cristiano Ronaldo, mais 120 mil do que toda a equipa do Bayern Munique e a 15 mil de todo o plantel do Barcelona.

De acordo com o jornal alemão, o Real Madrid é, consecutivamente, a equipa que mais camisolas vende: 1,4 milhões. Em segundo lugar está o Barcelona, com 1,15 milhões, seguido por Bayern Munique (880 mil), Chelsea (910 mil), Liverpool (810 mil), Arsenal (800 mil), Juventus (480 mil), Inter (425 mil e Milan (350 mil).







Portuguesa seduz Luxemburgo com paté de insetos

Embora sejam uma proposta gastronómica invulgar, fizeram as delícias do público luxemburguês. Os biscoitos cobertos com paté de insetos preparados por uma designer portuguesa, Susana Soares, conquistaram os visitantes do Museu de Arte Moderna do Luxemburgo (Mudam) durante a abertura de uma exposição que reúne sete designers lusos e outros seis daquele país.

Durante o evento, Susana Soares, investigadora da London South Bank University, em Inglaterra, preparou, de luvas e avental, várias "fornadas" de biscoitos cobertos com um paté à base de farinha de larvas e escaravelhos, gafanhotos e louva-a-deus "produzidos para consumo humano" com recurso a uma impressora 3D.

A ideia do projeto "Insects au Gratin" pode parecer exótica (e, para muitos, até repulsiva), mas seduziu o público que passou pela inauguração da mostra. Em declarações à Lusa, Susana Soares explicou que o objetivo da iniciativa é "encorajar as pessoas a comer insetos, uma alternativa ecológica à carne, utilizando uma nova tecnologia para os cozinhar e para os tornar mais apelativos". 

Enquanto preparava mais uma dose de aperitivos para a enorme fila de interessados que aguardavam a sua vez na "cozinha" improvisada no museu luxemburguês, a designer portuguesa revelou que a iguaria é "uma bolacha normal" sobre a qual uma impressora 3D imprime "uma paté de insetos com queijo-creme e pimenta caiena".